PROPÓSITO
Jesus foi um mestre da Palavra, mas até os 30 anos Ele trabalhou como carpinteiro - seguindo o ofício do seu pai.
Isaac Newton, homem que descobriu a gravidade e as leis do movimento, criou a ótica e reinventou a matemática também legou à humanidade receitas para transformar metais em ouro, remédios feitos com centopéias e uma lista de pecados que costumava anotar em seus cadernos. Passou a vida estudando a Bíblia para prever quando Jesus voltaria à Terra.
Martin Luther King foi um grande ativista político, mas ele também era pastor batista.
Sócrates, jogador do Corinthians e da Seleção Brasileira, era formado em Medicina.
Brian May é guitarrista e compositor da lendária banda britânica de rock Queen, mas também é astrofísico. Inclusive, em 2015 o músico foi convidado pela NASA para conhecer a equipe responsável pela sonda que visitou Plutão, a New Horizons, e interpretar junto dela alguns dos dados recolhidos pela sonda.
Muitas vezes a sociedade nos impõe rótulos. “Você tem que ser isso”, “você tem que ser aquilo”. Por isso, em diversas ocasiões nos vemos entre a “cruz” e a “espada”, isto é, entre escolher uma coisa ou outra, e talvez a deixar para trás uma paixão.
Logo, a questão delicada sobre “propósito” - pois trata-se de um tema existencial -, que por si só já aflige a tantos, torna-se ainda mais conflituosa.
Mas quem disse que só podemos escolher uma paixão? Por que não duas? Três? Ou até mais? Por que temos que ter um rótulo colado na nossa testa?
Na Parábola dos Talentos (Mateus 25:14-39), Cristo nos ensina que devemos multiplicar nossos talentos. O servo que consegue tal feito é elogiado pelo seu senhor, e o que não consegue é severamente criticado.
Por vezes achamos que devemos esperar alguma voz do céu revelar o nosso propósito. Não! Em seu livro “O Deus que Destrói Sonhos”, Rodrigo Bibo escreve: “O verdadeiro culto a Deus é a nossa entrega diária. É a nossa vida sendo ofertada como sacrifício vivo repetidamente. Nas palavras de Cranfield: ‘Nenhuma adoração cultual pode ser aceitável a Deus desacompanhada de desobediência de vida’. Sem essa obediência a Ele, nossa tendência é seguir os costumes deste mundo (Romanos 12:2). Porém, se deixarmos Deus transformar nossa maneira de pensar, todo nosso eu será diferente. Só assim seremos capazes de experimentar a vontade de Deus e de discernir aquilo que é bom, perfeito e agradável”.
Portanto, não se rotule. Dê vazão a todo o seu potencial. Não tenha medo de fluir nas áreas as quais você domina. Vá e, através de sua vida, brilhe a luz de Cristo ao mundo!
— Se você é edificado (a) por esse trabalho, CONTRIBUA através do PIX: supercrenteofc@gmail.com
Comentários
Postar um comentário