“HAWKEYE” (EP. 3)
É impressionante como “Hawkeye” é bem escrita. Os quase quarenta minutos passam num piscar de olhos, dada as dinâmicas de filmagem, cenas de ação, diálogos, atuações, enfim... um deleite para os fãs e espectadores.
A reverência ao trabalho de Matt Fraction e David Aja - que deram vida nos quadrinhos a um trabalho memorável do Gavião Arqueiro e sua parceira Kate Bishop a partir de 2012 - é constante. Desde o tom de roxo na fotografia, até os malvadões de agasalho, o cachorro que adora pizza, os curativos no rosto de Kate, e até mesmo a referência ao uniforme clássico de Clint Barton nas HQ’s da Marvel.
No terceiro episódio da série, continuamos a ver Nova York do chão, na trama urbana, e não a partir do alto como em “Vingadores” (2012). É uma vida de super-herói mais crua do que cheia de brilho, mais dramática do que aventuresco - vide o diálogo de Barton com o filho pequeno no telefone, sabendo que talvez não chegará para o Natal.
Vemos um elemento clássico do MCU: a iminência de que algo maior do que consta na tela está acontecendo. A personagem Echo, nos quadrinhos, é filha adotiva de Wilson Fisk, conhecido como Rei do Crime. Na série, à primeira vista ela parece ser a superior dos Agasalhos, mas logo vemos que ainda há alguém acima. Tanto Echo quanto Clint afirmam isso. O segundo chega a alertar Bishop: “É alguém com quem você não ia querer mexer”.
Portanto, parece que os rumores de que Vincent D’Onofrio dará vida ao Rei do Crime (assim como foi feito na série “Demolidor”, da Netflix) são certeiros.
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