PERMANECEI FIRMES
“Vigiai, permanecei firmes na fé, portai-vos corajosamente, sede fortes!”
(1 Coríntios 16:13)
(Tiago 5:7-11)
(1 Coríntios 16:13)
As palavras acima são do apóstolo Paulo, mas bem que poderiam ser de Jesus - não é à toa que ele justamente afirmou: “Sede meus imitadores, como também eu o sou de Cristo” (1 Cor 11:1).
Jesus frisou demais com seus discípulos a necessidade de eles se manterem vigilantes e perseverantes na fé.
Na parábola do homem que saiu em viagem a outro país, Ele afirmou: “Vigiai, pois, uma vez que não sabeis quando regressará o dono da casa: se à tarde, à meia-noite, ao cantar do galo ou mesmo ao raiar do dia. E, em vindo repentinamente, que não vos surpreenda entregues ao sono. O que vos tenho dito, proclamo a todos: Vigiai!” (Marcos 13:35-37).
Conte quantas vezes Jesus fala “vigiai”. Por que tanta ênfase? Simplesmente devido ao fato de que Jesus alertava seus discípulos para que eles não fossem pegos de surpresa.
A parábola do semeador é um ótimo exemplo disso, por inteira. Mas quero destacar apenas um pedaço: “Outra parte caiu em terreno rochoso, onde havia uma fina camada de terra, e logo brotou, pois o solo não era profundo. Porém, quando veio o sol, as plantas se queimaram; e por não terem raiz, secaram” (Mateus 13:5-6).
Jesus frisou demais com seus discípulos a necessidade de eles se manterem vigilantes e perseverantes na fé.
Na parábola do homem que saiu em viagem a outro país, Ele afirmou: “Vigiai, pois, uma vez que não sabeis quando regressará o dono da casa: se à tarde, à meia-noite, ao cantar do galo ou mesmo ao raiar do dia. E, em vindo repentinamente, que não vos surpreenda entregues ao sono. O que vos tenho dito, proclamo a todos: Vigiai!” (Marcos 13:35-37).
Conte quantas vezes Jesus fala “vigiai”. Por que tanta ênfase? Simplesmente devido ao fato de que Jesus alertava seus discípulos para que eles não fossem pegos de surpresa.
A parábola do semeador é um ótimo exemplo disso, por inteira. Mas quero destacar apenas um pedaço: “Outra parte caiu em terreno rochoso, onde havia uma fina camada de terra, e logo brotou, pois o solo não era profundo. Porém, quando veio o sol, as plantas se queimaram; e por não terem raiz, secaram” (Mateus 13:5-6).
Isto é, muitos recebem a “semente” (que o próprio Cristo afirma ser a Palavra), aparentemente compreendem algo, mas logo perdem essa semente (ou seja, não vivem a Palavra).
A necessidade de vigilância ocorre também devido a um outro fator: nós nos distraímos facilmente.
Jesus afirmou: “Como aconteceu nos dias de Noé, assim também se dará por ocasião da chegada do Filho do homem. Porque nos dias que antecederam ao Dilúvio, o povo levava a vida comendo e bebendo, casando-se e oferecendo-se em matrimônio, até o dia em que Noé entrou na arca, e as pessoas nem notaram, até que chegou o Dilúvio e levou a todos. Assim ocorrerá na vinda do Filho do homem” (Mt 24:37-39).
Mais claro que isso, impossível. Jesus comparou seu iminente retorno (seja aos olhos dos que ainda estão na Terra e Ele vir dentre as nuvens com os anjos, seja no dia em que você partir dessa vida e acordar no local onde você irá passar a eternidade) aos dias de Noé, e naqueles dias, as pessoas não estavam nem aí pra Noé construindo a arca. Afinal, nunca havia caído um pingo de chuva sobre a Terra! Então, todos continuaram com seus afazeres cotidianos. Até que veio o dilúvio (conforme alertado por Deus), mas aí já era tarde demais. A porta da arca se fechou, e somente Noé com sua família (os que deram ouvidos ao Senhor) se livraram daquele evento trágico - além dos animais, quem também estavam a bordo.
A necessidade de vigilância ocorre também devido a um outro fator: nós nos distraímos facilmente.
Jesus afirmou: “Como aconteceu nos dias de Noé, assim também se dará por ocasião da chegada do Filho do homem. Porque nos dias que antecederam ao Dilúvio, o povo levava a vida comendo e bebendo, casando-se e oferecendo-se em matrimônio, até o dia em que Noé entrou na arca, e as pessoas nem notaram, até que chegou o Dilúvio e levou a todos. Assim ocorrerá na vinda do Filho do homem” (Mt 24:37-39).
Mais claro que isso, impossível. Jesus comparou seu iminente retorno (seja aos olhos dos que ainda estão na Terra e Ele vir dentre as nuvens com os anjos, seja no dia em que você partir dessa vida e acordar no local onde você irá passar a eternidade) aos dias de Noé, e naqueles dias, as pessoas não estavam nem aí pra Noé construindo a arca. Afinal, nunca havia caído um pingo de chuva sobre a Terra! Então, todos continuaram com seus afazeres cotidianos. Até que veio o dilúvio (conforme alertado por Deus), mas aí já era tarde demais. A porta da arca se fechou, e somente Noé com sua família (os que deram ouvidos ao Senhor) se livraram daquele evento trágico - além dos animais, quem também estavam a bordo.
Poderia resumir todo esse assunto nas palavras abaixo:
“Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima. Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas. Irmãos, tomai por modelo no sofrimento e na paciência os profetas, os quais falaram em nome do Senhor. Eis que temos por felizes os que perseveraram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo.”
(Tiago 5:7-11)
Irmãos e irmãs, eu creio que o maior remorso de uma pessoa que deixou essa vida sem a devida vigilância acerca dos preceitos do Senhor é, além da perda da própria eternidade em glória, o fato de seus familiares (e aqueles a quem ama, em geral) também poderem estar no mesmo caminho.
Não é um mero achismo de minha parte. Vejamos o clamor que o rico fez a Abraão, quando já estava no pós-vida terrena:
Não é um mero achismo de minha parte. Vejamos o clamor que o rico fez a Abraão, quando já estava no pós-vida terrena:
“Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Disse-lhe Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, Abraão, meu pai; mas, se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.”
(Lucas 16:27-31)
(Lucas 16:27-31)
A Palavra é o que ela é. Ela não foi escrita por mim ou por você. Basta aceitarmos os fatos bíblicos. E um fato é: aquele homem quis voltar à vida na Terra nem que fosse por dez segundos, a fim de alertar a sua família acerca da terrível realidade que lhes aguardava, por não estarem vigilantes nos preceitos divinos. Abraão (que aparece nessa história como aquele que recebe as almas na eternidade devido ao fato dos judeus chamarem o Céu de “seio de Abraão”) recusa o pedido daquele homem, e afirma que eles já tinham “Moisés e os profetas”, ou seja, eles já tinham a Palavra de Deus à disposição para que pudessem ter consciência da realidade e ficassem vigilantes quanto ao que haveria de vir.
Creio que, com base nisso, o pastor Leonard Ravenhill disse: “Cinco minutos dentro da eternidade, eu creio que cada um de nós, desejaríamos ter: sacrificado mais, orado mais, amado mais, suado mais, agoniado mais, chorado mais!”.
Que possamos vigiar para que permaneçamos firmes. Que as distrações dessa vida não nos tirem o foco do que realmente importa. Assim, jamais seremos pegos de surpresa, mas da mesma forma que as viúvas prudentes estavam à espera do noivo e, com a sua chegada, puderam desfrutar, também estaremos preparados para encontrar com o Noivo, a qualquer tempo.
Que possamos vigiar para que permaneçamos firmes. Que as distrações dessa vida não nos tirem o foco do que realmente importa. Assim, jamais seremos pegos de surpresa, mas da mesma forma que as viúvas prudentes estavam à espera do noivo e, com a sua chegada, puderam desfrutar, também estaremos preparados para encontrar com o Noivo, a qualquer tempo.
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