CHAMADO DE SALOMÃO (parte 1)

O lema “Chamado de Salomão” é oriundo da certeza de que não há disparidade entre fazer política e fazer a obra de Deus, sendo inspirado na figura do próprio rei Salomão.

Salomão é classificado como o homem mais sábio de todos os tempos, e além de ter sido o governante soberano da nação de Israel (1 Reis 1:28-53) entre os anos 970 e 930 a.C., também foi homem aprovado por Deus (2 Crônicas 7:1-22).

Alguns fatos se destacam na vida desse grande rei: pediu a Deus sabedoria para reinar o povo hebreu, composto por doze tribos, pedido esse que agradou ao Senhor e foi devidamente atendido (2 Crônicas 7-13); tinha uma fortuna estimada em 2,2 trilhões de dólares; reinou por quarenta anos de forma pacífica; edificou o primeiro Templo de Jerusalém (1 Reis 6:1-38).

Portanto, tudo isso serve de convocação para que mais cristãos sejam participantes da política, mediante uma cosmovisão formada a partir das Sagradas Escrituras (Sal 119:105), o entendimento de que o próprio Jesus Cristo não foi alheio a tão caro tema (“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” – Mt 22:15-21) e a compreensão de que diversos heróis da fé dissertavam sobre política, a exemplo de Martinho Lutero, Charles Spurgeon, John Wesley, John Knox, A.W. Tozer, Leonard Ravenhill, Martin Luther King, Billy Graham e teólogos contemporâneos como Wayne Grudem e Jonas Madureira.

Nesse sentido, que possamos exercer a boa política como verdadeiros servos do Altíssimo, a exemplo do rei Salomão, pois dessa forma levaremos a luz do Evangelho e daremos testemunho do nome de Cristo na esfera pública, a qual afeta todas as demais esferas da sociedade.



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