ISRAEL NO CONTEXTO ESCATOLÓGICO (UM ESTUDO DE POLÍTICA E ESCATOLOGIA)
– O título “filho de Davi” é dado a Jesus primeiro de tudo por causa da sua genealogia, isto é, ele é parente de Davi, descende de Davi (cf. Mateus 1:1).
E quando o assunto é esporte, Israel disputa torneios com os países europeus, mas ainda assim faz bonito: o time Maccabi Tel Aviv já se sagrou campeão da “Copa Intercontinental”, foi vice-campeão mundial em 2014, quando perdeu para o Flamengo, e ganhou o campeonato europeu de basquetebol seis vezes (é o segundo clube com mais conquistas da Euroliga na história). Também foi a primeira equipe europeia a vencer uma equipe da NBA em solo norte-americano. Por outro lado, a “Macabíada”, principal evento esportivo do mundo judaico, é o terceiro maior do mundo em número de atletas. Nas competições individuais, há o campeão mundial Gary Gasparov, considerado o “Rei do Xadrez”.
Por sua riquíssima cultura milenar, Israel tem muitos motivos para ser aplaudido de pé, seja na música, na dança e na criatividade. É inacreditável como há alguns anos realiza o “Festival de Ópera” em Massada – local que é um monte rochoso, palco de uma batalha histórica. Fica a cerca de 520 metros acima do Mar Morto, ou seja, seria totalmente impróprio para qualquer tipo de evento. Por outro lado, no cinema, são judeus cineastas como Steven Spielberg, atores do porte de Michael Douglas e Barbra Streisand, e humoristas que inspiraram novas formas de fazer comédia, como os Irmãos Marx, Charles Chaplin, Jerry Lewis, Woody Allen e Jerry Seinfeld. Talvez você não saiba, mas dois judeus, Jerry Siegel e Joe Suster, criaram o Super-Homem; um judeu, Bob Kane, inventou o Batman; e Stan Lee, o mais famoso autor do mundo dos quadrinhos, também judeu, é o responsável por personagens como Hulk e Homem-Aranha. E tem mais: o Capitão América foi desenvolvido pelos judeus Joe Simon e Jack Kirby.
No quesito política, Israel se orgulha da democracia e pluralidade, absorvendo as mais variadas ideologias, etnias, credos, gêneros e religiões. Os árabes, por exemplo, são a terceira maior força no Parlamento, possuindo 14 cadeiras de um total de 120, assim como as mulheres têm voz ativa, com 29 representantes (dados do ano de 2015). Já a jornalista árabe-muçulmana Lucy Aharish foi quem acendeu uma das tochas na cerimônia no “Dia da Independência”, que aconteceu em Jerusalém em 2015.
Além disso, Israel como “o termômetro do mundo” já pôde ser visto noticiário geopolítico e na cultura pop. A pauta se reacendeu num cenário macro (isto é, que não se restringiu ao âmbito teológico) principalmente em 2017, quando Donald Trump, então presidente dos Estados Unidos, anunciou que reconhecia Jerusalém como capital de Israel (sendo que Israel foi aceito formalmente como Estado pela ONU em 1948) e pediu ao Departamento de Estado que iniciasse o processo de transferir para o local em questão a embaixada norte-americana, instalada à época em Tel Aviv. Sua decisão fez com que fosse cumprida a lei que prevê o reconhecimento de Jerusalém como capital que foi adotada pelo Congresso dos EUA em 1995. A aplicação da lei vinha sendo adiada nas últimas duas décadas, sob justificativa de “interesses de segurança nacional”.
No filme “Guerra Mundial Z” (2013), estrelado por Brad Pitt, Jerusalém é a primeira cidade do mundo a construir uma grande muralha de proteção contra invasores zumbis, demonstrando que até mesmo a cultura pop já captou a essência da ideia de Israel ser um epicentro mundial.
– Mais importante do que essa “razão” natural, é a razão teológica que existe por trás desse título dado ao Messias. Davi é o rei a quem é feita uma promessa, através de Natan, que perpassa toda a Bíblia: “A tua casa e a tua realeza subsistirão para sempre diante de ti, e o seu trono se estabelecerá para sempre” (2 Samuel 7:16).
– Sobre a questão da linhagem de Davi, podemos observar que Salomão foi o primeiro descendente de Davi que ocupou o trono de Israel, dando início a uma linha real que continuou durante mais de 513 anos ininterruptos, até o ano 586 a.C. Desde essa data, entretanto, os israelitas nunca mais tiveram um rei. Fato que só ocorrerá novamente quando o Messias (Jesus Cristo) retornar para reinar sobre toda a Terra.
– É Jesus, o Filho de Deus, quem haverá de restaurar e completar o verdadeiro reinado de Davi, mediante um governo soberanamente espiritual e milenar (Is 9:6-7; Mq 5:2; Zc 14:5-9; Lc 1:32-33; At 15:13-18; Ap 11:15; Ap 20:1-10). Cristo, o último “filho” (descendente) de Davi, será o único e eterno herdeiro do seu trono que, na realidade, é o trono de Yahweh.
– Nesse sentido, compreende-se: os profetas revelam o local exato em que o Messias, o Rei ungido de Deus, retornará: “E, naquele dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente” (Zacarias 14:4). Começando com Jerusalém, Sua capital, Ele irá expandir seu reino para o mundo (versículo 9).
– Uma vez que o Reino de Deus seja estabelecido em Jerusalém entre o povo de Israel, Cristo vai pedir aos representantes de todas as nações para virem a Jerusalém para que possam aprender sobre as Suas leis.
– Agora, as linhas de raciocínio se encaixam: essa expectativa do reinado em Jerusalém teve como principal nome (Rei) o legítimo descendente de Davi que ocupará o trono, após longo hiato, dando início ao Reino Milenar.
– Em suma, segundo a Bíblia, quando Cristo retornar à Terra, Ele se estabelecerá como Rei de Jerusalém, sentado no trono de Davi (cf. Lucas 1:32-33), que afirma: “Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim”).
– Os pactos incondicionais exigem uma volta literal e física de Cristo para estabelecer o Reino. O pacto de Abraão prometia a Israel uma terra, uma posteridade, um governante e uma bênção espiritual (Gênesis 12:1-3). O pacto da Palestina prometia a Israel a restauração e ocupação da terra (Deuteronômio 30:1-10). O pacto de Davi prometia a Israel perdão: meio pelo qual a nação poderia ser abençoada (Jeremias 31:31-34).
– Na segunda vinda, estes pactos serão cumpridos quando Israel for “ajuntada” das nações (Mateus 24:31), se converter (Zacarias 12:10-14) e for restaurada a Terra sob a liderança do Messias, Jesus Cristo.
– A Bíblia fala das condições durante o Milênio como um ambiente perfeito, fisicamente e espiritualmente. Será um tempo de paz (Miquéias 4:2-4; Isaías 32:17-18); gozo (Isaías 61:7,10); conforto (Isaías 40:1-2); sem qualquer pobreza (Amós 9:13-15) ou enfermidade (Joel 2:28-29).
– A Bíblia também nos diz que somente os crentes terão acesso ao Reino Milenar. Por isso, será um tempo de completa justiça (Mateus 25:37; Salmos 24:3-4); obediência (Jeremias 31:33); santidade (Isaías 35:8); verdade (Isaías 65:16) e plenitude do Espírito Santo (Joel 2:28-29). Cristo governará como rei (Isaías 9:3-7; 11:1-10), com Davi como regente (Jeremias 33:15, 17, 21; Amós 9:11).
– Os nobres e príncipes também reinarão (Isaías 32:1; Mateus 19:28).
– Jerusalém será o centro “político” do mundo no Reino Milenar (cf. Zacarias 8:3 que afirma: “Assim diz o Senhor: Voltarei para Sião, e habitarei no meio de Jerusalém; e Jerusalém chamar-se-á a cidade da verdade, e o monte do Senhor dos Exércitos, o monte santo”).
– Portanto, observa-se que Jesus Cristo terá um papel político enquanto rei sentado no trono de Israel, cujo reinado se estenderá por todas as nações.
Ângelo Bazzo, na mentoria “O Rei da Páscoa”, do centro de estudos escatológicos Maskalim, afirma: “O mundo para o qual Jesus está voltando existe. É muito fácil a gente ficar pegando temas escatológicos e tornar espiritualizado, fazer teologia imanentista, tudo no presente, tudo é o ‘já’ e ‘ainda não’ que não significam coisa alguma, e aí tudo é bonito, tudo é chique, tudo fala de um jeito sempre ressignificando tudo... Mas, o fato é: existe um judeu de 33 anos de idade que um dia vai rasgar os céus e vai descer sobre o planeta e vai governar o mundo a partir da cidade de Jerusalém, e isso é um fato, e fatos não são teorias. Fatos geram fatos. O fato da segunda vinda de Cristo deveria gerar um fato de um estilo de vida preparado pra volta de Jesus”.
– Todavia, há de se rememorar que, antes do retorno do Messias, em Israel ocorrerão outros eventos escatológicos: o profeta Ezequiel, nos capítulos 40 a 43, descreve sua visão sobre um terceiro Templo em Jerusalém, e menciona, minuciosamente, a construção de um altar onde holocaustos deverão ser oferecidos a Deus; Apocalipse 11 descreve também um Templo físico, no qual todas as nações também farão uso; Israel fará uma aliança com o Anticristo no início da septuagésima semana de Daniel (Dn 9:9-27); Paulo afirma em 2 Tessalonicenses 2:4 que o Anticristo se assentará no Templo de Deus, desejando ser adorado como tal; ao recusar tal adoração ao Anticristo, Israel será atacado pelo rei do norte e seus aliados, e os derrotará (Ez 38-39), dando início ao período da Grande Tribulação; Israel sofrerá uma perseguição terrível (Ap 12 e 13); será já o final da Grande Tribulação, sendo que o Anticristo reunirá as nações do mundo para “dar um basta à questão judaica” - será a Batalha do Armagedom. Israel estará sitiado e parecerá que a sua história terá chegado ao fim; então o anjo tocará a sétima trombeta, os céus se abrirão, e o Messias virá visível a todo olho para livrar o seu povo (Zc 14:3-11; Ap 1:7; 16:16-21); será estabelecido por Cristo o Seu Reino Milenar, e Israel será a cabeça das nações e Jerusalém a capital político-religiosa do mundo (Dt 28:13; Is 62:1-7 e Is 2); Deus fará uma nova aliança com Israel (Jr 31:31-34); depois do milênio, Deus criará uma Nova Terra e Novos Céus, onde Israel e outras nações salvas habitarão eternamente (2 Pe 3:7-14; Ap 21).
– Devido ao fato de Israel ser o centro político-escatológico do mundo, Jesus nos instruiu através da Parábola da Figueira (cf. Lucas 21:29-31) que voltemos nossos olhos para essa nação, e por isso ela é chamada de “o termômetro do mundo” (ou “o ponteiro no relógio de Deus”). “É preciso segurar numa mão a Bíblia e na outra o jornal”, aconselhava Karl Barth, teólogo protestante do século XX.
Há uma razão para a Parábola da Figueira, isto é, uma simbologia. À semelhança da oliveira e da videira, a figueira é também muito abundante na terra de Israel, sendo referida várias vezes no Antigo Testamento como um símbolo dessa nação (cf. Oséias 9:10, Jeremias 24:5-6).
A figueira é um dos 7 produtos da terra de Israel com que Deus abençoou o Seu povo (Deuteronômio 8), e que será também um símbolo de bênção, paz e prosperidade nos dias do Seu Reino vindouro sobre toda a terra (“Assentar-se-à cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do Senhor dos Exércitos o disse” - Miquéias 4:4), tal como foi no “protótipo” do Reino Milenar demonstrado nos dias do grande rei Salomão: “Judá e Israel habitavam confiados, cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, desde Dã até Berseba, todos os dias de Salomão” (1 Reis 4:25).
Há uma razão para a Parábola da Figueira, isto é, uma simbologia. À semelhança da oliveira e da videira, a figueira é também muito abundante na terra de Israel, sendo referida várias vezes no Antigo Testamento como um símbolo dessa nação (cf. Oséias 9:10, Jeremias 24:5-6).
A figueira é um dos 7 produtos da terra de Israel com que Deus abençoou o Seu povo (Deuteronômio 8), e que será também um símbolo de bênção, paz e prosperidade nos dias do Seu Reino vindouro sobre toda a terra (“Assentar-se-à cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do Senhor dos Exércitos o disse” - Miquéias 4:4), tal como foi no “protótipo” do Reino Milenar demonstrado nos dias do grande rei Salomão: “Judá e Israel habitavam confiados, cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, desde Dã até Berseba, todos os dias de Salomão” (1 Reis 4:25).
– Bônus: O Israel atual é um verdadeiro milagre de Deus, uma infalível prova da Sua misericórdia e bondade para com o Seu povo eleito! Fora alguns outros dados interessantes: entre os muitos judeus que têm contribuído significativamente para a humanidade, em todas as áreas do pensamento, estão Albert Sabin (vacina contra a poliomielite), Arthur Solomon Loevenhart (um dos responsáveis pelos medicamentos contra a sífilis), Selman Abraham (descobriu a estreptomicina, valorosa no tratamento da tuberculose), além de Albert Einstein (teoria da relatividade), Siegried Marcus (criou o motor à gasolina) e Sigmund Freud (psicanálise), só para citar alguns; quando falamos de Estados Unidos, 2% da população é composta por judeus, porém cerca de 50% dos bilionários estadunidenses são judeus; os judeus representam apenas 0,2% da população mundial, mas mesmo assim estima-se que 11% dos bilionários do mundo são judeus; na área da ciência e tecnologia eles também se destacam, sendo que 22% dos ganhadores de prêmios Nobel são judeus.
E quando o assunto é esporte, Israel disputa torneios com os países europeus, mas ainda assim faz bonito: o time Maccabi Tel Aviv já se sagrou campeão da “Copa Intercontinental”, foi vice-campeão mundial em 2014, quando perdeu para o Flamengo, e ganhou o campeonato europeu de basquetebol seis vezes (é o segundo clube com mais conquistas da Euroliga na história). Também foi a primeira equipe europeia a vencer uma equipe da NBA em solo norte-americano. Por outro lado, a “Macabíada”, principal evento esportivo do mundo judaico, é o terceiro maior do mundo em número de atletas. Nas competições individuais, há o campeão mundial Gary Gasparov, considerado o “Rei do Xadrez”.
Por sua riquíssima cultura milenar, Israel tem muitos motivos para ser aplaudido de pé, seja na música, na dança e na criatividade. É inacreditável como há alguns anos realiza o “Festival de Ópera” em Massada – local que é um monte rochoso, palco de uma batalha histórica. Fica a cerca de 520 metros acima do Mar Morto, ou seja, seria totalmente impróprio para qualquer tipo de evento. Por outro lado, no cinema, são judeus cineastas como Steven Spielberg, atores do porte de Michael Douglas e Barbra Streisand, e humoristas que inspiraram novas formas de fazer comédia, como os Irmãos Marx, Charles Chaplin, Jerry Lewis, Woody Allen e Jerry Seinfeld. Talvez você não saiba, mas dois judeus, Jerry Siegel e Joe Suster, criaram o Super-Homem; um judeu, Bob Kane, inventou o Batman; e Stan Lee, o mais famoso autor do mundo dos quadrinhos, também judeu, é o responsável por personagens como Hulk e Homem-Aranha. E tem mais: o Capitão América foi desenvolvido pelos judeus Joe Simon e Jack Kirby.
No quesito política, Israel se orgulha da democracia e pluralidade, absorvendo as mais variadas ideologias, etnias, credos, gêneros e religiões. Os árabes, por exemplo, são a terceira maior força no Parlamento, possuindo 14 cadeiras de um total de 120, assim como as mulheres têm voz ativa, com 29 representantes (dados do ano de 2015). Já a jornalista árabe-muçulmana Lucy Aharish foi quem acendeu uma das tochas na cerimônia no “Dia da Independência”, que aconteceu em Jerusalém em 2015.
Além disso, Israel como “o termômetro do mundo” já pôde ser visto noticiário geopolítico e na cultura pop. A pauta se reacendeu num cenário macro (isto é, que não se restringiu ao âmbito teológico) principalmente em 2017, quando Donald Trump, então presidente dos Estados Unidos, anunciou que reconhecia Jerusalém como capital de Israel (sendo que Israel foi aceito formalmente como Estado pela ONU em 1948) e pediu ao Departamento de Estado que iniciasse o processo de transferir para o local em questão a embaixada norte-americana, instalada à época em Tel Aviv. Sua decisão fez com que fosse cumprida a lei que prevê o reconhecimento de Jerusalém como capital que foi adotada pelo Congresso dos EUA em 1995. A aplicação da lei vinha sendo adiada nas últimas duas décadas, sob justificativa de “interesses de segurança nacional”.
No filme “Guerra Mundial Z” (2013), estrelado por Brad Pitt, Jerusalém é a primeira cidade do mundo a construir uma grande muralha de proteção contra invasores zumbis, demonstrando que até mesmo a cultura pop já captou a essência da ideia de Israel ser um epicentro mundial.
(Referências bibliográficas: https://www.abiblia.org/ver.php?id=5551; https://biblia.com.br/perguntas-biblicas/de-qual-dos-filhos-de-davi-jesus-foi-descendente-em-mateus-116-os-ancestrais-de-jesus-vao-ate-salomao-enquanto-que-em-lucas-331-os-ancestrais-de-jesus-vao-ate-natan/; https://portugues.ucg.org/ferramentas-de-estudo-da-biblia/guias-de-estudo/voce-pode-entender-a-profecia-biblica/o-reino; https://www.gotquestions.org/Portugues/reino-milenar.html; https://www.youtube.com/watch?v=NNSrAREZ1Nk; https://www.estudosgospel.com.br/estudo-biblico-apocalipse-escatologia/o-terceiro-templo-e-o-anticristo.html; https://ensinandodesiao.org.br/artigos-e-estudos/o-terceiro-templo/; https://m.youtube.com/watch?v=NNSrAREZ1Nk; http://shalom-israel-shalom.blogspot.com/2018/04/sim-figueira-ja-floresceue-como-1-parte.html?m=1; https://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/o-minimo-que-voce-precisa-saber-sobre-israel/; http://www.morasha.com.br/judaismo-no-mundo/judeus-e-premio-nobel.html; https://g1.globo.com/google/amp/mundo/noticia/trumpreconhece-jerusalem-como-capital-de-israel.ghtml)
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