TESTEMUNHO DE MILAGRES #18 - CURA DA ARTROSE
É maravilhoso quando nós decidimos ser discípulos de Cristo e vemos o Céu descer na Terra. Lembra que eu falei aqui sobre um evangelismo que o movimento Super Crente realizou no centro de Juiz de Fora? Então, hoje vou falar sobre o segundo testemunho de cura, ocorrido no dia 01 de julho de 2017.
Eu estava pregando o Evangelho em voz alta no Calçadão da Rua Halfeld, na altura do Cine Theatro Central. Minha amiga até falou: “Nossa Pedro, como sua garganta aguenta?” John Wesley e George Whitefield pregavam na rua para milhares de pessoas, sem a ajuda de microfone. Então, se eles conseguiram, eu também consigo.
Em determinado momento, vi uma senhora que estava andando com dificuldade, mancando. O Espírito Santo falou no meu coração: “É ela”. Fui em direção a ela e perguntei qual era seu nome. A senhora respondeu andando: “Olha, eu tenho seis minutos pra chegar no ponto”. Falei: “Eu tô vendo a senhora mancando... posso ajudar a senhora?” Ela parou de andar na hora, e falou com o semblante um pouco pra baixo: “Eu tenho artrose”. “Então, é por isso que eu estou aqui. Posso ajudar a senhora?”, respondi. Nesse momento, ela abriu os braços e falou: “Como?” Esse “como?” não foi uma simples indagação. Era um “como?” no sentido de que ninguém nunca pôde ajudá-la, nem mesmo os médicos. Mas o Jesus que eu sigo curou uma menina que tinha um fluxo de sangue há 12 anos, então Ele também podia curar aquela senhora. Respondi ela da seguinte forma: “Olha, eu sou discípulo de Cristo. O Deus que eu sirvo curou cegos, paralíticos... eu posso ajudar a senhora”. Nessa altura, ela estava de boca aberta (é sério), com o semblante meio impressionado e de novo perguntou: “Como?” Perguntei onde era a dor, ela disse que era no joelho. Pedi para orar por ela e ela aceitou.
Chamei a Martha (ministra de louvor) que na hora estava tocando violão e cantando, e pedi que intercedesse por mim. A Alice, que estava entregando uns panfletos com mensagens bíblicas, também veio. Percebi que muitas pessoas ao redor pararam pra ver o que ia acontecer, enquanto outros estavam com o celular na mão filmando ou tirando foto. .
Eu estava pregando o Evangelho em voz alta no Calçadão da Rua Halfeld, na altura do Cine Theatro Central. Minha amiga até falou: “Nossa Pedro, como sua garganta aguenta?” John Wesley e George Whitefield pregavam na rua para milhares de pessoas, sem a ajuda de microfone. Então, se eles conseguiram, eu também consigo.
Em determinado momento, vi uma senhora que estava andando com dificuldade, mancando. O Espírito Santo falou no meu coração: “É ela”. Fui em direção a ela e perguntei qual era seu nome. A senhora respondeu andando: “Olha, eu tenho seis minutos pra chegar no ponto”. Falei: “Eu tô vendo a senhora mancando... posso ajudar a senhora?” Ela parou de andar na hora, e falou com o semblante um pouco pra baixo: “Eu tenho artrose”. “Então, é por isso que eu estou aqui. Posso ajudar a senhora?”, respondi. Nesse momento, ela abriu os braços e falou: “Como?” Esse “como?” não foi uma simples indagação. Era um “como?” no sentido de que ninguém nunca pôde ajudá-la, nem mesmo os médicos. Mas o Jesus que eu sigo curou uma menina que tinha um fluxo de sangue há 12 anos, então Ele também podia curar aquela senhora. Respondi ela da seguinte forma: “Olha, eu sou discípulo de Cristo. O Deus que eu sirvo curou cegos, paralíticos... eu posso ajudar a senhora”. Nessa altura, ela estava de boca aberta (é sério), com o semblante meio impressionado e de novo perguntou: “Como?” Perguntei onde era a dor, ela disse que era no joelho. Pedi para orar por ela e ela aceitou.
Chamei a Martha (ministra de louvor) que na hora estava tocando violão e cantando, e pedi que intercedesse por mim. A Alice, que estava entregando uns panfletos com mensagens bíblicas, também veio. Percebi que muitas pessoas ao redor pararam pra ver o que ia acontecer, enquanto outros estavam com o celular na mão filmando ou tirando foto. .
Ajoelhei, coloquei a mão no local e comecei a orar. Profetizei a cura. Após a oração, perguntei como ela estava se sentindo. Cara, esse momento foi incrível... De início, ela mexia a boca mas não conseguia pronunciar palavra alguma. Finalmente, ela falou: “É engraçado, mas tem uma sensação de alívio!” CARA!!! Aquela senhora que tinha ARTROSE, não conseguia se locomover direito... Mas o nome de Jesus está sobre todo nome! Decidi ser mais ousado (Jesus gosta disso) e pedi pra orar mais uma vez, pra Deus dar aquela cura completa de vez. Coloquei a mão no joelho dela de novo, e agora vem a parte misteriosa... De repente, senti uma queimação na minha mão. Era como se eu tivesse colocado a mão dentro de uma churrasqueira acesa. Eu até falei, enquanto orava, como vocês podem conferir no vídeo: “Eu sinto a cura sendo operada agora, eu sinto o fogo do Espírito Santo na perna dessa senhora”. Terminei de orar, e perguntei: “E agora?” Prestem atenção que lá vem outra bomba do Reino. Ela respirou fundo e respondeu: “Quando você falou Espírito Santo, é como se tocasse”. A queimação que eu sentia não era fruto da minha imaginação! Depois, ela até fez movimentos com a perna que uma pessoa com problema no joelho jamais conseguiria fazer. Ela dobrou o joelho, levantou a perna, só faltou dançar um “Just Dance”!
É nesse Evangelho que eu creio, de ação, poder, sobrenatural. Nossa Teologia precisa ultrapassar as paredes do templo e abraçar as ruas. Como eu disse na ocasião em que fui na Rede Super: “Quem é cristão precisa atingir a sociedade”. E como escreveu o apóstolo Paulo: “Por isso, a criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus.” (Romanos 8:19)
Viva o Evangelho! Manifeste o Céu na Terra!
Viva o Evangelho! Manifeste o Céu na Terra!
(Data original da publicação: 03 de julho de 2017 - IMAGEM: Calçadão da Rua Halfeld, Juiz de Fora - MG)
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