AULA DE TEOLOGIA NA IGREJA
No dia 11 de dezembro de 2022, tive a oportunidade de lecionar na Escola Bíblica Dominical da PIB Zona Norte acerca do tema “Natal”.
O estudo da Teologia é imprescindível não apenas para a fé enquanto conceito metafísico, mas sim prático. A boa ortodoxia (do grego “orthos” = reta e verdadeira adoração; e “doxa” = doutrina ou ensinamento) oriunda uma boa ortopraxia (“práxis” = conduta ou ação).
Em “Conversas à Mesa”, Lutero diz: “A Bíblia é a imperatriz de todas as artes e faculdades. Se a teologia ruísse, eu não daria uma palha pelo que restasse”. Portanto, o estudo teológico ocupa um lugar de evidência tanto na Igreja quanto na sociedade.
Falar de Natal é falar da encarnação do Verbo. Nas palavras do evangelista Billy Graham: “O maior acontecimento da História não foi o homem subir e pisar na lua, foi Deus descer e pisar na Terra”.
Antes de abordar a temática da simbologia, faz-se míster compreender o ponto originário da data natalina, que é o nascimento do Messias.
Se o Natal, por vezes, adquire mais conotações comerciais do que os valores fraternais inerentes à celebração, cabe à Igreja rememorar a base bíblica da festividade e resgatar o verdadeiro sentido do Natal: celebrar o Deus que se fez homem e habitou entre nós.
O estudo da Teologia é imprescindível não apenas para a fé enquanto conceito metafísico, mas sim prático. A boa ortodoxia (do grego “orthos” = reta e verdadeira adoração; e “doxa” = doutrina ou ensinamento) oriunda uma boa ortopraxia (“práxis” = conduta ou ação).
Em “Conversas à Mesa”, Lutero diz: “A Bíblia é a imperatriz de todas as artes e faculdades. Se a teologia ruísse, eu não daria uma palha pelo que restasse”. Portanto, o estudo teológico ocupa um lugar de evidência tanto na Igreja quanto na sociedade.
Falar de Natal é falar da encarnação do Verbo. Nas palavras do evangelista Billy Graham: “O maior acontecimento da História não foi o homem subir e pisar na lua, foi Deus descer e pisar na Terra”.
Antes de abordar a temática da simbologia, faz-se míster compreender o ponto originário da data natalina, que é o nascimento do Messias.
Se o Natal, por vezes, adquire mais conotações comerciais do que os valores fraternais inerentes à celebração, cabe à Igreja rememorar a base bíblica da festividade e resgatar o verdadeiro sentido do Natal: celebrar o Deus que se fez homem e habitou entre nós.

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