GUERRA CONTRA O INFERNO

A Bíblia declara: “Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais” (Efésios 6:11-12).

Eu nunca vi alguém colocar uma armadura para ficar em casa sentado no sofá assistindo TV. Sabe por que? O propósito da armadura é proteger na guerra. Portanto, todo aquele que coloca uma armadura está indo para uma guerra. E, à medida que a Palavra nos ordena a vestir a “armadura de Deus”, é porque todos nós estamos numa guerra – estejamos cientes desse fato ou não.

A igreja é um centro de treinamento, e o mundo lá fora é onde ocorrem as guerras. O problema é que tem muito soldado por aí que disputa quem é mais eficiente no centro de treinamento, enquanto outros soldados dão a vida na linha de frente da verdadeira batalha.

E que guerra é essa? Toda guerra tem um inimigo. Quem é ele?

A Bíblia responde: “Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar. Resistam-lhe, permanecendo firmes na fé, sabendo que os irmãos que vocês têm em todo o mundo estão passando pelos mesmos sofrimentos” (1 Pedro 5:8-9).

Todo dia quando toca o despertador ⏰ lá no inferno, o Diabo levanta da cama com um propósito: atrapalhar o destino dos outros. Afinal, como o seu já está traçado (perecer eternamente no lago de fogo e enxofre, conforme Apocalipse 20:10), ele tenta levar o máximo de pessoas junto com ele pra essa furada. E sabe o que dá gás ao Diabo? O fato de que você desiste, e o objetivo dele não é mudar o futuro dele... é mudar o seu.

É por isso que eu também levanto todos os dias da cama e declaro guerra ao inferno. Se o Diabo acorda motivado, eu acordo duas vezes mais, porque eu sei quem me chamou, eu sei quem eu sou e sei quem todos os dias me fala: “Vai! Eu estou contigo! Fui que eu te escolhi, Pedro. Fui eu que te chamei. Sou eu que te capacito!”

Termino com esse louvor da Ludmila Ferber: “O que vem pra tentar ferir/O valente de Deus/Em meio às suas guerras?/Que ataque é capaz/De fazê-lo olhar pra trás/E querer desistir?/Que terrível arma é/Usada pra tentar paralisar sua fé?/Cansaço, desânimo/Logo após uma vitória/A mistura de um desgaste com um contra-ataque do mal/A dor de uma perda, ou a dor da traição/Uma quebra de aliança, que é raiz da ingratidão/Se alguém está assim, preste muita atenção/Ouça o que vem do coração de Deus/Em tempos de guerra, nunca pare de lutar/Não baixe a guarda, nunca pare de lutar/Em tempos de guerra, nunca pare de adorar/Libera a Palavra, profetiza sem parar/O escape, o descanso, a cura/A recompensa vem sem demora”.





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