O CHAMADO
Era 2013. Eu estava no primeiro ano do ensino médio no Colégio Stella Matutina, aqui em Juiz de Fora (MG). Nossa sala era isolada, aos fundos da escola, perto da cantina e da quadra.
Tínhamos na nossa grade a disciplina de Ensino Religioso. Eu ainda não entendia a devida importância do tema, e meio que levava tudo na brincadeira – na verdade, levava a maioria das coisas, porque no ensino médio nunca fui aquele aluno de sentar na primeira carteira da classe, pelo contrário, era da “turma do fundão” e conversava e zoava a maior parte do tempo.
Durante certo período, a professora passou pra nós a série “A Bíblia”, produção televisiva que contava os principais episódios das Escrituras. Recordo-me que, em uma das aulas, passou a cena de Jesus Cristo chamando Pedro, após a pesca milagrosa (Lucas 5:1-11). Jesus disse para Pedro: “Pedro, deixe de pegar peixes. Venha comigo, e eu vou te transformar em um pescador de homens”. Pedro indaga: “O que nós vamos fazer?” Após uma pequena pausa e um semblante reflexivo, Cristo responde: “Mudar o mundo”.
Lembro como se fosse ontem: na hora em que eu vi essa cena, algo aconteceu comigo. Era como se aquilo tivesse se comunicado diretamente com meu espírito. Meu coração sentiu aquilo de alguma forma.
Não, eu não entreguei minha vida pra Jesus naquele momento. Ainda haveria de viver muita coisa antes de, no fim de 2014, começar a frequentar uma igreja e, em 15 de março de 2015, descer as águas do batismo.
Mas creio que Deus me separou antes mesmo de eu nascer, e me dotou dessa sensibilidade espiritual e, assim como fez com Moisés que viveu uma boa parte da vida no palácio do Egito antes de ser chamado pelo Senhor na sarça ardente para cumprir seu propósito de liderar o povo hebreu rumo à Terra Prometida, Deus já tinha escrito minha história e traçado Seu plano pra minha vida, mas só estava esperando a hora certa pra me chamar, como o chamado de Cristo para o apóstolo Pedro, cuja cena tocou tão profundamente meu coração.
Tínhamos na nossa grade a disciplina de Ensino Religioso. Eu ainda não entendia a devida importância do tema, e meio que levava tudo na brincadeira – na verdade, levava a maioria das coisas, porque no ensino médio nunca fui aquele aluno de sentar na primeira carteira da classe, pelo contrário, era da “turma do fundão” e conversava e zoava a maior parte do tempo.
Durante certo período, a professora passou pra nós a série “A Bíblia”, produção televisiva que contava os principais episódios das Escrituras. Recordo-me que, em uma das aulas, passou a cena de Jesus Cristo chamando Pedro, após a pesca milagrosa (Lucas 5:1-11). Jesus disse para Pedro: “Pedro, deixe de pegar peixes. Venha comigo, e eu vou te transformar em um pescador de homens”. Pedro indaga: “O que nós vamos fazer?” Após uma pequena pausa e um semblante reflexivo, Cristo responde: “Mudar o mundo”.
Lembro como se fosse ontem: na hora em que eu vi essa cena, algo aconteceu comigo. Era como se aquilo tivesse se comunicado diretamente com meu espírito. Meu coração sentiu aquilo de alguma forma.
Não, eu não entreguei minha vida pra Jesus naquele momento. Ainda haveria de viver muita coisa antes de, no fim de 2014, começar a frequentar uma igreja e, em 15 de março de 2015, descer as águas do batismo.
Mas creio que Deus me separou antes mesmo de eu nascer, e me dotou dessa sensibilidade espiritual e, assim como fez com Moisés que viveu uma boa parte da vida no palácio do Egito antes de ser chamado pelo Senhor na sarça ardente para cumprir seu propósito de liderar o povo hebreu rumo à Terra Prometida, Deus já tinha escrito minha história e traçado Seu plano pra minha vida, mas só estava esperando a hora certa pra me chamar, como o chamado de Cristo para o apóstolo Pedro, cuja cena tocou tão profundamente meu coração.

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