O KAIRÓS DE DEUS
Deus me deu uma visão espiritual. Transmiti-a para o desenho que ilustra essa publicação.
Na Bíblia Sagrada traduzida para o português, a palavra “tempo” é utilizada tanto para designar o tempo dos homens quanto o tempo de Deus. Por isso, tendemos a achar que o tempo dos homens é equivalente ao tempo de Deus. Porém, no original em grego (língua a qual o Novo Testamento foi escrito) há uma diferenciação.
“Chronos” designa o tempo dos homens, o tempo do relógio, dos anos, meses, dias, horas, minutos e segundos.
“Kairós” é uma palavra de origem grega, que significa “momento certo” ou “oportuno”.
A humanidade, o universo, estão inseridos no “Chronos”. Deus vive no “Kairós”.
Por estarmos no “Chronos”, enxergamos o tempo como uma espiral, ou seja, estamos presos no momento presente; não conseguimos enxergar o passado, tampouco o futuro.
Entretanto, Deus vê o tempo como uma linha reta. Deus não está preso ao tempo, pois Ele é atemporal. Deus não está preso ao relógio, pois “para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia” (2 Pedro 3:8).
É por isso que Ele declarou para o profeta Jeremias: “Antes de formá-lo no ventre eu o escolhi; antes de você nascer, eu o separei e o designei profeta às nações” (Jr 1:5).
É por isso que Deus revelou a José, através de sonhos (o dos feixes se dobrando ao seu feixe; e do Sol, a Lua e as estrelas se dobrando a ele), que ele teria um papel de autoridade (o que, mais de uma década depois, se consumaria com José sendo governador do Egito, a maior potência do planeta na época). José ainda não tinha vivido aquilo. Mas Deus já tinha visto aquele momento.
Tem uma história do Flash, personagem velocista da DC Comics, em que ele volta no tempo e altera os fatos de seu passado. O físico Albert Einstein, ganhador do prêmio Nobel de 1921, teorizou sobre a maleabilidade do tempo através dos “buracos de minhoca”. As Escrituras testificam que Deus não apenas está preso ao tempo mas o controla quando ele parou a rotação terrestre (portanto, parou o tempo) no livro de Josué.
O dia que Deus escolheu para ter um encontro comigo e com você já foi separado antes do universo existir.
“Chronos” designa o tempo dos homens, o tempo do relógio, dos anos, meses, dias, horas, minutos e segundos.
“Kairós” é uma palavra de origem grega, que significa “momento certo” ou “oportuno”.
A humanidade, o universo, estão inseridos no “Chronos”. Deus vive no “Kairós”.
Por estarmos no “Chronos”, enxergamos o tempo como uma espiral, ou seja, estamos presos no momento presente; não conseguimos enxergar o passado, tampouco o futuro.
Entretanto, Deus vê o tempo como uma linha reta. Deus não está preso ao tempo, pois Ele é atemporal. Deus não está preso ao relógio, pois “para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia” (2 Pedro 3:8).
É por isso que Ele declarou para o profeta Jeremias: “Antes de formá-lo no ventre eu o escolhi; antes de você nascer, eu o separei e o designei profeta às nações” (Jr 1:5).
É por isso que Deus revelou a José, através de sonhos (o dos feixes se dobrando ao seu feixe; e do Sol, a Lua e as estrelas se dobrando a ele), que ele teria um papel de autoridade (o que, mais de uma década depois, se consumaria com José sendo governador do Egito, a maior potência do planeta na época). José ainda não tinha vivido aquilo. Mas Deus já tinha visto aquele momento.
Tem uma história do Flash, personagem velocista da DC Comics, em que ele volta no tempo e altera os fatos de seu passado. O físico Albert Einstein, ganhador do prêmio Nobel de 1921, teorizou sobre a maleabilidade do tempo através dos “buracos de minhoca”. As Escrituras testificam que Deus não apenas está preso ao tempo mas o controla quando ele parou a rotação terrestre (portanto, parou o tempo) no livro de Josué.
O dia que Deus escolheu para ter um encontro comigo e com você já foi separado antes do universo existir.
Deus nos vê nascendo no parto na sala de hospital ao mesmo tempo em que Ele nos vê sendo enterrados no cemitério. E, nessa linha vital, em dado momento Ele abre uma janela que une o “Kairós” com o “Chronos” (como quando Ele enviou o anjo Gabriel para anunciar a Maria que ela daria à luz ao Messias e quando Ele apareceu para Saulo na estrada para Damasco em Atos 9) e nos faz o chamado, conforme nos predestinou, conforme nos escolheu, conforme já estava estabelecido na história escrita pelo Seu próprio dedo.

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