TESTEMUNHOS DO EVANGELISMO | Super Crente
Na noite do dia 19 de dezembro de 2022, enquanto eu orava pelo evangelismo que faria no dia seguinte, o Espírito Santo falou comigo assim: “Pedro, ore por aquelas pessoas as quais eu marquei um encontro desde antes da fundação do mundo”.
Você não está aqui por acaso. Deus te criou e escreveu a sua história. Você não está jogado ao léu. Deus separou um momento, uma janela (“kairós” = tempo oportuno) entre o Céu e à Terra só pra te encontrar!
Meus amigos, uma grande batalha espiritual ocorreu até que chegássemos (eu e minha esposa Priscila) ao centro de Juiz de Fora fazer o evangelismo proposto. Após uma “viagem” de quase 30 minutos da Zona Norte ao centro, enfrentando chuva e trânsito, chegando lá vimos que esqueci meu uniforme do Super Crente em casa. Sinceramente? Bateu o desânimo. Mas entendemos que aquilo era uma armadilha de Satanás para que não fizéssemos o evangelismo. Mas encaramos de frente, pois quanto maior a batalha, maior a vitória.
De volta (após voltar em casa e retornar ao centro), coloquei o uniforme do Super Crente e fui evangelizar no Calçadão da Rua Halfeld. Foi sobrenatural! Funcionários das lojas ficavam nas portas para ouvir a pregação (inclusive, um funcionário de uma farmácia me chamou para conversar, e eu expus o Evangelho da salvação pra ele). Duas mães pediram orações pelos seus filhos pequenos, que estavam em seus colos. Em dado momento, uma mulher me abordou enquanto eu pregava e pediu para orar por ela. Nisso, chegou outra mulher. Quando vi, chegaram mais duas! E dessas quatro, três estavam afastadas da igreja. Naquele momento, o Espírito Santo me confirmou: aquelas eram as pessoas que Deus tinha me pedido pra orar na noite anterior, as pessoas que Ele tinha marcado um encontro. Oramos, renovamos os votos dela com Jesus, e elas voltaram pra presença do Senhor.
Meus amigos, uma grande batalha espiritual ocorreu até que chegássemos (eu e minha esposa Priscila) ao centro de Juiz de Fora fazer o evangelismo proposto. Após uma “viagem” de quase 30 minutos da Zona Norte ao centro, enfrentando chuva e trânsito, chegando lá vimos que esqueci meu uniforme do Super Crente em casa. Sinceramente? Bateu o desânimo. Mas entendemos que aquilo era uma armadilha de Satanás para que não fizéssemos o evangelismo. Mas encaramos de frente, pois quanto maior a batalha, maior a vitória.
De volta (após voltar em casa e retornar ao centro), coloquei o uniforme do Super Crente e fui evangelizar no Calçadão da Rua Halfeld. Foi sobrenatural! Funcionários das lojas ficavam nas portas para ouvir a pregação (inclusive, um funcionário de uma farmácia me chamou para conversar, e eu expus o Evangelho da salvação pra ele). Duas mães pediram orações pelos seus filhos pequenos, que estavam em seus colos. Em dado momento, uma mulher me abordou enquanto eu pregava e pediu para orar por ela. Nisso, chegou outra mulher. Quando vi, chegaram mais duas! E dessas quatro, três estavam afastadas da igreja. Naquele momento, o Espírito Santo me confirmou: aquelas eram as pessoas que Deus tinha me pedido pra orar na noite anterior, as pessoas que Ele tinha marcado um encontro. Oramos, renovamos os votos dela com Jesus, e elas voltaram pra presença do Senhor.
E aconteceu muito mais. Uma senhora me abraçou chorando em lágrimas, glorificando o trabalho feito, e disse que ficou arrepiada mediante a unção. Orei pelo braço fraturado de uma outra senhora. Conversei com inúmeras pessoas, tanto que já fazem parte de alguma igreja ou que estavam afastadas. Foi lindo!
Conto esses testemunhos para você entender que é tempo de colheita. É tempo de levar o Evangelho. É tempo de mostrar ao mundo que Jesus tem a água viva que sacia a nossa sede!
Disse Jesus: “Que grande colheita temos aqui, mas tão poucos trabalhadores! Ajoelhem-se e orem, pedindo mais trabalhadores” (Mateus 9:37-38).
Conto esses testemunhos para você entender que é tempo de colheita. É tempo de levar o Evangelho. É tempo de mostrar ao mundo que Jesus tem a água viva que sacia a nossa sede!
Disse Jesus: “Que grande colheita temos aqui, mas tão poucos trabalhadores! Ajoelhem-se e orem, pedindo mais trabalhadores” (Mateus 9:37-38).

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