AULA DE TEOLOGIA | 29.01.23
Na Escola Bíblica Dominical de hoje (29), da PIBJF Zona Norte, ministrei uma aula de Teologia dando continuidade ao nosso estudo da epístola de Tiago.
No versículo 5 do capítulo 1, ele orienta: “Se algum de vós tem falta de sabedoria, roga a Deus, que a todos concede liberalmente, com grande alegria”.
Para os antigos gregos a deusa da sabedoria era Atena, sendo este um de seus atributos civilizatórios; esta divindade era também a detentora da verdade e da justiça, e protetora da cultura; sua equivalente entre os romanos era Minerva. Todavia, Tiago diz à Igreja que peça sabedoria a Deus, o genuíno detentor e fornecedor da sabedoria em questão.
Sabedoria (do latim “sapere” – que tem sabor) é a condição de quem tem conhecimento, erudição. O equivalente em grego “sofia” (Σοφία) é o termo que equivale ao saber (presente na formação de palavras como “teosofia”, significando ainda habilidade manual, ciência e sabedoria; e Filosofia, que consiste na junção de duas palavras: φίλος [phílos] – que gosta; que ama; amigo – e σοφία [sophía] – sabedoria). Inclusive, no original em grego, Tiago utiliza justamente a palavra “sofia” (Σοφία) para referir-se à sabedoria.
O termo encontra definições distintas conforme a ótica filosófica, teológica ou psicológica. No sentido comum, a sabedoria é a qualidade que dá sensatez, prudência, moderação à pessoa, ao passo em que para a religião é o “conhecimento inspirado nas coisas divinas e humanas”.
Para que sabedoria?
Conforme ensinou o professor Olavo de Carvalho: “A inteligência é um órgão – digamos assim: um órgão – que só serve para isto: captar a verdade”.
Como Igreja, estamos em busca da Verdade. Sim, a encontramos em Cristo – que é a própria verdade em pessoa (cf. João 14:6). Porém, nEle queremos aprofundarmos, pois se na ótica agostiniana Deus não é incognoscível, portanto a Ele queremos conhecer cada vez mais, cientes do “mysterium fidei”, mas certos de que este é um convite a uma jornada de conhecimento.
No versículo 5 do capítulo 1, ele orienta: “Se algum de vós tem falta de sabedoria, roga a Deus, que a todos concede liberalmente, com grande alegria”.
Para os antigos gregos a deusa da sabedoria era Atena, sendo este um de seus atributos civilizatórios; esta divindade era também a detentora da verdade e da justiça, e protetora da cultura; sua equivalente entre os romanos era Minerva. Todavia, Tiago diz à Igreja que peça sabedoria a Deus, o genuíno detentor e fornecedor da sabedoria em questão.
Sabedoria (do latim “sapere” – que tem sabor) é a condição de quem tem conhecimento, erudição. O equivalente em grego “sofia” (Σοφία) é o termo que equivale ao saber (presente na formação de palavras como “teosofia”, significando ainda habilidade manual, ciência e sabedoria; e Filosofia, que consiste na junção de duas palavras: φίλος [phílos] – que gosta; que ama; amigo – e σοφία [sophía] – sabedoria). Inclusive, no original em grego, Tiago utiliza justamente a palavra “sofia” (Σοφία) para referir-se à sabedoria.
O termo encontra definições distintas conforme a ótica filosófica, teológica ou psicológica. No sentido comum, a sabedoria é a qualidade que dá sensatez, prudência, moderação à pessoa, ao passo em que para a religião é o “conhecimento inspirado nas coisas divinas e humanas”.
Para que sabedoria?
Conforme ensinou o professor Olavo de Carvalho: “A inteligência é um órgão – digamos assim: um órgão – que só serve para isto: captar a verdade”.
Como Igreja, estamos em busca da Verdade. Sim, a encontramos em Cristo – que é a própria verdade em pessoa (cf. João 14:6). Porém, nEle queremos aprofundarmos, pois se na ótica agostiniana Deus não é incognoscível, portanto a Ele queremos conhecer cada vez mais, cientes do “mysterium fidei”, mas certos de que este é um convite a uma jornada de conhecimento.
(Publicação original: 29/01/23)

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