CHUVA DE AVIVAMENTO

Deus trabalha de maneira dinâmica, conforme as estações. E, para compreendermos o que Deus está fazendo, Jesus nos ensina a discernir os tempos (Mateus 16:2-3).

As profecias servem como sinais para orientar a Igreja. Assim como através do cumprimento das profecias muitos (os filhos da luz atentos) identificaram que Jesus de Nazaré era o Messias, o Senhor nos deixa profecias e seus cumprimentos como sinais/termômetros/medidores do Seu agir.

Por exemplo, há muitas profecias que indicam o “termômetro espiritual” do Grande Avivamento (chamado também de Último Avivamento), que precederá a Grande Tribulação.

Assim como há inúmeras profecias que apontam o Brasil como celeiro desse Grande Avivamento (desde Billy Graham, Bob Jones e Stacey Campbell).

Agora, estão circulando na internet vídeos de multidões cantando hinos de louvor em supermercados e shoppings. E não é de hoje que o “termômetro espiritual” do Brasil parece estar indicando que o avivamento esperado está mais próximo do que nunca.

O que a Igreja deve fazer?

A Bíblia diz:


“Peçam ao Senhor chuva no tempo das últimas chuvas.”

(Zacarias 10:1)


O versículo fala num primeiro momento da chuva literal, pois a economia de Israel baseava-se basicamente na agricultura, portanto a chuva era necessária para prover uma boa saúde econômica à nação. Porém, em camadas mais profundas, o texto refere-se à “chuva” como metáfora à “bênção”.

O pastor Ângelo Bazzo explica:


“Quando Deus abençoa o seu povo, no Antigo Testamento, nós vemos que a chuva era enviada. E quando sua bênção era retida, a chuva era retida também”.


Ao meu discernir, está claro que estamos em tempos de clamar pela chuva/avivamento no Brasil. Nunca houve um ponto de tensão espiritual tão forte e incisivo como atualmente.

Despertai, Igreja do Senhor! Clamemos por abundante chuva em nossa nação!




(Referência bibliográfica: https://www.instagram.com/tv/CfcvNyiA_Ci/?igshid=YmMyMTA2M2Y=)






Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

TIRADENTES E O ARQUÉTIPO DE JESUS CRISTO

“O AUTO DA COMPADECIDA” (2000): ANÁLISE TEOLÓGICA

A CRIAÇÃO NOS AGUARDA