JUIZ DE FORA, A CAPITAL DO AVIVAMENTO NO BRASIL (ANDAR SOBRE A PALAVRA)
Algo que Deus ministrou muito forte ao meu coração nesses últimos dias é: não adianta nada termos uma palavra profética e não andarmos sobre ela.
Deus falou para Abraão:
“Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.”
(Gênesis 12:1-3)
Ou seja, Abraão tinha uma palavra da parte de Deus. Ele tinha um direcionamento. Ele tinha uma profecia.
O que aconteceu logo em seguida?
“Partiu, pois, Abrão, como lho ordenara o SENHOR, e Ló foi com ele.”
(Gênesis 12:4)
O versículo 4 é tão poderoso quanto os anteriores. Afinal, se não existisse o 4, os anteriores de nada valeriam.
Abraão não apenas tomou conhecimento da palavra da parte de Deus, da profecia, do direcionamento. À medida em que Abraão recebeu a palavra e tomou conhecimento dela, ele agiu de acordo, ele andou sobre a palavra, ele de fato saiu de sua terra conforme Deus o ordenara!
Um episódio semelhante aconteceu com o apóstolo Pedro. Quando ele viu Jesus andando sobre as águas, pediu para andar também, e então recebeu uma palavra da parte de Jesus:
“‘Senhor’, disse Pedro, ‘se és tu, manda-me ir ao teu encontro por sobre as águas’.
‘Venha’, respondeu ele.”
(Mateus 14:28-29a)
E o que aconteceu logo depois do “venha” de Jesus? Pedro foi.
“Então Pedro saiu do barco, andou sobre as águas e foi na direção de Jesus.”
(Mateus 14:29b)
De nada adiantaria o “venha” se Pedro de fato não tivesse ido. De nada adiantaria Pedro ter conhecimento da palavra de Jesus se não andasse sobre ela.
O mistério aqui não é apenas que, por um momento, a física quântica foi quebrada e um homem andou sobre as águas. Na verdade, o que possibilitou essa “quebra” científica foi a Palavra.
Agora, quero afunilar um pouco mais o assunto.
Eu sou de Juiz de Fora, município de Minas Gerais. Juiz de Fora foi pioneira em muitos quesitos: em 1889, foi inaugurado o Banco de Crédito Real, a primeira instituição financeira de Minas Gerais; neste mesmo ano, foi inaugurada a Usina de Marmelos-Zero, a primeira usina hidrelétrica da América do Sul (e isto rendeu à cidade o título de “Farol da América”); graças a esse empreendimento, Juiz de Fora foi a primeira cidade a contar com iluminação publicação através do fornecimento de energia elétrica; o Cine-Theatro Central foi o primeiro teatro arrojado de Minas, contando inclusive com cinema, denotando a vida cultural intensa do município; a piscina no Sport Club foi inaugurada em 1938, sendo reconhecida como a primeira piscina suspensa da América Latina. Ademais, a cidade também foi conhecida nos tempos áureos como Manchester Mineira, devido à proeminência industrial, com destaque para a companhia têxtil de Bernardo Mascarenhas (e à notável presença de fábricas e suas chaminés entre o final do século XIX e início do século XX).
No tocante a fatos históricos que marcaram a trajetória do país, foi de Juiz de Fora que saíram as tropas que deram início ao regime militar, em 31 de março de 1964. Em Juiz de Fora ocorreu o episódio do atentado contra o presidenciável Jair Bolsonaro, em 6 de setembro de 2018, que mudou o rumo das eleições daquele ano.
Todavia, Juiz de Fora não é apenas um centro geopolítico, mas também um centro espiritual.
Juiz de Fora é considerada a Capital do Avivamento no Brasil (Lei n° 10.771, de 02 de julho de 2004).
Gabriel Cantarino, quando esteve na Igreja ONE em Juiz de Fora, em 06 de setembro de 2020, disse: “Eu tava passando um tempo com Jesus, e eu sinto que essa noite é uma noite de colheita. E obviamente eu não vou falar de colheita de almas, mas eu queria começar profetizando sobre essa igreja aqui. Alguns poucos meses atrás eu preguei uma mensagem que era ‘Subindo Como Um Renovo’, que Juiz de Fora seria como um broto pra nação, e o nome pra isso lá em Isaías 53 é um ‘rebento’. E isso tem a ver com a palavra em inglês ‘breaktrough’, que é um romper, que é algo que sai de um lugar e explode, avança, vai além. E eu fico muito feliz porque eu posso ver o Senhor aqui, pra rapidamente colher o fruto que já deu!”
Conheci homens por volta dos seus quarenta anos de idade que afirmaram que, desde a infância, ouvem a profecia de que Juiz de Fora será um cenáculo do avivamento.
Portanto, Juiz de Fora será o berço de um avivamento que se alastrará por todo o Brasil. Essa profecia não começou ontem, mas perpassa gerações.
Contudo, o ponto é: de nada adianta nós, de Juiz de Fora, sabermos que existe essa palavra acerca da cidade e não andarmos sobre ela.
Vamos lá: quantas pessoas gostariam que sua cidade tivesse uma palavra de que ali é a Capital do Avivamento?
E Juiz de Fora tem!
Há uma atmosfera espiritual/profética em Juiz de Fora a qual nos direciona para esse avivamento. Mas precisamos tomar consciência disso e sermos intencionais para cumprirmos aquilo que Jesus orientou: “Tudo o que vocês ligarem na terra terá sido ligado no céu, e tudo o que vocês desligarem na terra terá sido desligado no céu” (Mateus 18:18).
Repito: de nada adianta sabermos que há profecias de avivamento em Juiz de Fora e não andarmos sobre essa palavra, e não sermos intencionais nesse sentido.
Não podemos dar “socos no vento”, como disse o apóstolo Paulo. Em cada culto, em cada mesa, em cada evangelismo, precisamos andar sobre a profecia do avivamento. Não podemos transformar a profecia num conhecimento abstrato, mas assim como Abraão e Pedro andaram sobre a palavra que receberam de Deus, precisamos andar conforme a palavra que há sobre nossa cidade.
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