TUDO É VAIDADE
“Não somos seres humanos vivendo uma experiência espiritual, somos seres espirituais vivendo uma experiência humana.”
“Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.” (2 Coríntios 4:7)
Se somos seres espirituais vivendo uma experiência humana, se somos apenas vasos de barro (corporeidade) que carrega um grande tesouro dentro (Espírito), logo nossa preocupação primária deve ser com o nosso espírito, com a vida interior.
Teresa d’Ávila chamava essa vida interior (o fluxo da alma) de moradas do castelo.
O filósofo Diógenes de Sínope (400 a.C. - 325 a.C.) desprezava a opinião pública e parece ter vivido em um barril. Seus únicos bens eram um alforje, um bastão e uma tigela (que simbolizavam o desapego e auto-suficiência perante o mundo), sendo ele conhecido como o filósofo que vivia como um cão.
Jesus Cristo dizia que “o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Lc 9:58). Quando orientou Seus discípulos, ressaltou: “Não leveis sacolas de viagem, nem uma túnica a mais, segundo par de sandálias ou um cajado” (Mt 10:10).
Não há registros e obras escritas por Sócrates. Naquela época, havia dificuldades em guardar material escrito. Além disso, relatos apontam que ele considerava a tradição oral mais importante. Sócrates confiou seus estudos aos discípulos.
Sabe por que a coruja é o símbolo da Filosofia? Numa língua nórdica antiga, a coruja era chamada de “ugla”, palavra que imitava o som emitido pela ave e que daria origem ao termo “ugly”, “feio” em inglês. Assim, a coruja segue o estereótipo do sábio, que geralmente é tido como alguém mais preocupado com as divagações interiores que com a aparência externa.
Com o cabelo bagunçado, o bigode grosso e olhos bem abertos olhando diretamente para a câmera, Albert Einstein põe a língua para fora sentado no banco traseiro de um carro. Trata-se de uma das imagens mais famosas e irreverentes do físico alemão, tirada em 1951 por Arthur Sasse, fotógrafo da agência de notícias United Press International (UPI).
O pastor Rick Warren escreveu que “a vida é apenas um ensaio geral, antes da verdadeira produção. Você passará muito mais tempo do outro lado da morte – na eternidade – do que aqui. A terra é um lugar de preparação, a pré-escola, o vestibular para sua vida na eternidade. É o treinamento coletivo que ocorre antes do jogo; a volta de aquecimento antes do início da corrida. Esta vida é uma preparação para a próxima”.
Então, qual o sentido de se preocupar demasiadamente consigo mesmo e com as coisas dessa vida? Por que ratificar os dizeres salomônicos de que “tudo é vaidade”?
(Referências bibliográficas: http://www.cantinhovegetariano.com.br/2007/04/diogenes.html?m=1; https://brasilescola.uol.com.br/amp/biografia/socrates-biografia.htm; https://super.abril.com.br/mundo-estranho/por-que-a-coruja-e-simbolo-de-sabedoria/mobile; https://www.bbc.com/portuguese/geral-40751047; WARREN, Rick. Uma Vida com Propósitos. Pág. 33)
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