MESA
Tem sido dito que se encerrou um ciclo espiritual (o das raízes) para se iniciar outro (frutos).
E uma das coisas que ouvimos no secreto nesse “tempo das raízes” foi que o Grande Avivamento contemplará a MESA, como Jesus assentado na mesa com os pecadores (cf. Mateus 9:11).
Foi escandaloso Cristo ter realizado o momento de maior intimidade do judeu (estar numa refeição à mesa) com inimigos públicos (os publicanos cobravam impostos de Israel em nome de Roma, e eram odiados por isso).
Muitos também não entenderam como homens e mulheres errantes podem participar do banquete – pois presumem que somente “santarrões” poderão ter essa “moral”, entende?
Como disse o missionário inglês Hudson Taylor (1832-1905): “Não são os grandes homens que transformam o mundo, mas sim os fracos e pequenos nas mãos de um grande Deus”.
Você sabia que Moisés, o líder da libertação do povo hebreu do Egito, matou um homem (cf. Êxodo 2:11-12)?
Você sabia que Davi, chamado de “homem segundo o coração de Deus”, cometeu adultério (cf. 2 Samuel 11:4) e mandou matar um de seus mais fiéis soldados (cf. 2 Sm 11:14-27)?
Você sabia que Pedro, um dos líderes da Igreja, negou a Jesus (cf. Lucas 22:54-71)?
E todos eles são heróis da fé, eternizados no Céu e na História.
Entenda desde já para não precisar entender às pressas quando romper o avivamento: Deus usa homens falhos, que não são ninguém na fila do pão, justamente para que Sua glória seja manifestada (“Soli Deo Gloria”, um dos lemas da Reforma). Se Ele usasse somente top’s de linha, aqueles que sempre tem grande estima social por supostas qualidades inerentes, onde a graça ficaria nisso?
O que se conta é como termina. O ladrão da cruz seria lembrado por muitos por causa dos seus delitos, mas pra Jesus ele era o mais novo filho que se assentaria na mesa no Paraíso.

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