ALGUMAS COISAS NUNCA MUDAM

5 anos se passaram entre as duas fotos.

A primeira, em 03 de maio de 2019. A segunda, em 01 de junho de 2024.

Mudamos, pois assim como um rio não passa duas vezes no mesmo lugar, o homem que vê o rio passar também nunca é o mesmo.

Porém, algumas coisas nunca mudam.

Algo que aprendi é a diferença entre intensidade e constância. Pensa num fogo com a chama acesa. Há os níveis, certo? Se você posicionar o botão em determinado ponto, a chama vai estar mais ou menos baixa em comparação com outro ponto. Igualmente, na vida espiritual temos nossos momentos de intensidade, como naquele culto em que o Espírito Santo te visitou, naquela conferência que o fogo desceu, ou o Céu aberto quando você entrou no seu quarto pra orar.

Todavia, haverão dias em que não sentiremos nada. Como Jesus no alto da cruz, a única coisa que sentiremos é o desamparo. Mas, mesmo assim, Deus está lá, como um pai que olha o filho dormir no berço mas nada fala para não acordá-lo. Mas o pai está lá. Protegendo, amando, cuidando.

É nessas horas que entra a constância. Intensidade é a chama alta. Constância é a chama talvez fraquinha, mas acesa – assim como a “menorah” deveria estar sempre acesa no Templo.

O que não mudou de uma foto para a outra, 5 anos depois, foi o amor por Juiz de Fora e a sede por avivamento. Inclusive, a bandeira é a mesma nas duas fotos.

E seremos constantes quanto a isso. Até que Ele venha.

Obrigado, ministério Revolução! Come on!!!


“John Knox orou: ‘Dê-me a Escócia senão morro!’. George Whitefield orou: ‘Dê-me almas ou tire a minha!’. Hoje, dezenas de milhares de cristãos precisam orar: ‘Deus, aviva-nos, senão morreremos!’.

Não há exagero nesta oração. Sem um avivamento, estaremos perdidos.”

(BROWN, Michael L. Avivamento ou Morte. Pág. 19)






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