COSMOLOGIA
O indivíduo não é um corpo que possui uma alma, mas sim uma “nefesh hayah” num invólucro carnal.
Na perspectiva de Calvino acerca do mundo como o “theatrum gloriae Dei”, esta realidade física e material consiste na dimensão econômica (para utilizar o termo rahneriano) em relação à verdadeira dimensão, isto é, o que Platão tocou através da metafísica.
Reformulando a Cosmologia vigente a partir dessa egrégia concepção, com efeito há de se angariar um elemento da sétima arte para adjetivar o que seria o que está diante dos olhos: o mundo é a Matrix, e a realidade é um tecido outro.
O plano suportado por Atlas em seus ombros configura-se na conjuntura decorrente de outro superior, no tocante a eventos e destinos, sendo o “chronos” regido pelo “kairós”, desembocando numa Teoria das Cordas na qual o maestro é Deus.
Reformulando a Cosmologia vigente a partir dessa egrégia concepção, com efeito há de se angariar um elemento da sétima arte para adjetivar o que seria o que está diante dos olhos: o mundo é a Matrix, e a realidade é um tecido outro.
O plano suportado por Atlas em seus ombros configura-se na conjuntura decorrente de outro superior, no tocante a eventos e destinos, sendo o “chronos” regido pelo “kairós”, desembocando numa Teoria das Cordas na qual o maestro é Deus.

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