EDUCAR É UMA ARTE
Educar é uma arte.
A palavra “Educar” vem do latim “ex ducere”, que consiste na reunião dos vocábulos “ex” (para fora) e “ducere” (conduzir, direcionar).
Seja, portanto, o educar com a mediação do “duce” (guia, condutor) como um terceiro, isto é, o professor na sala de aula (ou na dinâmica de Alexandre Magno e Aristóteles, além das novas tecnologias como a internet que proporcionam uma nova metodologia), ou com o “duce” que consiste no próprio autor do livro imortalizado nas páginas deste, a natureza que suscita a intuição, ou a iluminação que antecede a revelação.
O educador, teólogo, escritor, filósofo, psicanalista e pastor presbiteriano Rubem Alves (1933-2014) disse: “Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: ‘Veja!’ e, ao falar, aponta. O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu. Seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente… E ficando mais rico interiormente ele pode sentir mais alegria – que é a razão pela qual vivemos”.
E a vida é constante ato de educar, visto que o formidável Universo que chamamos de casa comum possui mistérios que nos convidam a exercer aquilo que nos foi outorgado como espécie “homo”, maravilhando-nos diante do cognoscível desejoso de meditação.
Seja, portanto, o educar com a mediação do “duce” (guia, condutor) como um terceiro, isto é, o professor na sala de aula (ou na dinâmica de Alexandre Magno e Aristóteles, além das novas tecnologias como a internet que proporcionam uma nova metodologia), ou com o “duce” que consiste no próprio autor do livro imortalizado nas páginas deste, a natureza que suscita a intuição, ou a iluminação que antecede a revelação.
O educador, teólogo, escritor, filósofo, psicanalista e pastor presbiteriano Rubem Alves (1933-2014) disse: “Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: ‘Veja!’ e, ao falar, aponta. O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu. Seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente… E ficando mais rico interiormente ele pode sentir mais alegria – que é a razão pela qual vivemos”.
E a vida é constante ato de educar, visto que o formidável Universo que chamamos de casa comum possui mistérios que nos convidam a exercer aquilo que nos foi outorgado como espécie “homo”, maravilhando-nos diante do cognoscível desejoso de meditação.
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