TESTEMUNHO DE MILAGRES #33 - OVELHA DO BOM PASTOR

Eu acredito no Evangelho do “ir de encontro”.

Não estou inventando a roda. Trata-se tão somente do “ide” ensinado por Jesus.

Porém, o “ir de encontro” requer o “sair de si”. E, na contemporaneidade, infelizmente esse termo soa como ofensa aos ouvidos de muitos. O Narciso reina em absoluto no coração de miríades.

Mas, seguimos. Não porque somos melhores. Mas porque somos os piores, portanto reconhecemos que precisamos de um Salvador. O Reino avança não por causa de nós, mas apesar de nós.

Nessa problemática do narcisismo, quantos cheios de ego e pré-conceitos já não feriram ovelhas que, por consequência, foram buscar água fora do aprisco? Quantos fariseus com seus olhares de julgamentos e línguas como que de víboras não espantaram ovelhas?

Estávamos cumprindo o ide nas ruas de Juiz de Fora. Chegamos na Avenida Getúlio Vargas. Vimos um rapaz vendendo picolé. Quando meus olhos fitaram ele, o Espírito Santo já me sinalizou que algo viria a acontecer. Seguimos caminhando. E o rapaz não saía do meu campo de vista. Até que decidi abordá-lo.

Perguntei se por acaso ele era da igreja. Ele respondeu, parafraseando-o, que não apenas era, mas foi criado na igreja.

Disse a ele que as promessas de Jesus pra sua vida ainda estavam de pé. Não importava o que tinha acontecido. Dei o exemplo do apóstolo Pedro, que mesmo depois de ter negado o Mestre e voltado às velhas práticas (ele voltou a pescar, conforme João 21), a promessa de que Pedro seria um “pescador de homens” ainda vigorava. E nada haveria de mudar isso.

Abraçamos aquele rapaz em plena avenida, com o ponto de ônibus lotado. Mas não importava. Naquele momento era a ovelha diante do Bom Pastor, manifestado em nós.

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“O avivamento de Juiz de Fora trará muitas ovelhas de volta pro aprisco”, diz o Espírito Santo em meus ouvidos.






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