AMOR PELA SABEDORIA
A graça comum está ao alcance de todos, tal como a radiação solar e a precipitação pluvial.
Conceber a boa teologia como elemento restrito àqueles que detém um arcabouço da “fides qua” consiste em sinônimo dos dizeres shakespearianos a respeito da presunção do “universo numa casca de noz”.
São Justino utiliza o termo “logos spermatikos” para designar justamente essa disseminação e disponibilidade no tocante ao adjetivo cristológico da “Verdade”.
Portanto, extingue-se quaisquer intentos corporativistas do âmbito teológico.
Em seu livro “Os Dez Mandamentos (+um)”, Luiz Felipe Pondé explicita que está a efetuar “aforismos teológicos” provenientes de “um homem sem fé”. Todavia, faz-se um paralelo com o austríaco Friedrich Nietzsche, “um homem que não tinha nenhum artigo de fé, mas entendia mais de deuses do que os próprios crentes, pois sabia que a rota para o mistério é o assalto que este faz ao nosso cotidiano” (Pág. 10).
Pondé tece suas palavras tal como Van Gogh dando luz a “A Noite Estrelada” (1889) ou Francis Ford Coppola a bater a claquete no set de “Megalopolis”.
Tive a grata oportunidade de, assim como Paulo aprendeu aos pés de Gamaliel, absorver o conteúdo deste exímio mestre através de dois cursos em que fui discente, mediado pelo digital: “Pecados, Uma Anatomia da Alma” e “Conservadorismo para além do blá-blá-blá da polarização”. No que tange aos livros, possuo diversos de autoria pondéniana – ademais, carrego a gratidão de ter sido introduzido a Nelson Rodrigues, que demonstra maestria no que diz respeito ao conhecimento da natureza humana.
Na mais pura essência do “amor pela sabedoria” que constitui a milenar arte de grandes vultos como Sócrates, Tomás de Aquino Immanuel Kant, nosso patrício Luiz Felipe Pondé demonstra esse ímpeto mediante a respeitabilidade pela sabedoria e cultura hebraica, oferecendo através da obra em questão um genuíno maná àqueles que têm fome de uma boa perspectiva.
Conceber a boa teologia como elemento restrito àqueles que detém um arcabouço da “fides qua” consiste em sinônimo dos dizeres shakespearianos a respeito da presunção do “universo numa casca de noz”.
São Justino utiliza o termo “logos spermatikos” para designar justamente essa disseminação e disponibilidade no tocante ao adjetivo cristológico da “Verdade”.
Portanto, extingue-se quaisquer intentos corporativistas do âmbito teológico.
Em seu livro “Os Dez Mandamentos (+um)”, Luiz Felipe Pondé explicita que está a efetuar “aforismos teológicos” provenientes de “um homem sem fé”. Todavia, faz-se um paralelo com o austríaco Friedrich Nietzsche, “um homem que não tinha nenhum artigo de fé, mas entendia mais de deuses do que os próprios crentes, pois sabia que a rota para o mistério é o assalto que este faz ao nosso cotidiano” (Pág. 10).
Pondé tece suas palavras tal como Van Gogh dando luz a “A Noite Estrelada” (1889) ou Francis Ford Coppola a bater a claquete no set de “Megalopolis”.
Tive a grata oportunidade de, assim como Paulo aprendeu aos pés de Gamaliel, absorver o conteúdo deste exímio mestre através de dois cursos em que fui discente, mediado pelo digital: “Pecados, Uma Anatomia da Alma” e “Conservadorismo para além do blá-blá-blá da polarização”. No que tange aos livros, possuo diversos de autoria pondéniana – ademais, carrego a gratidão de ter sido introduzido a Nelson Rodrigues, que demonstra maestria no que diz respeito ao conhecimento da natureza humana.
Na mais pura essência do “amor pela sabedoria” que constitui a milenar arte de grandes vultos como Sócrates, Tomás de Aquino Immanuel Kant, nosso patrício Luiz Felipe Pondé demonstra esse ímpeto mediante a respeitabilidade pela sabedoria e cultura hebraica, oferecendo através da obra em questão um genuíno maná àqueles que têm fome de uma boa perspectiva.

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