CONTRADIÇÕES
A vida cristã e a Teologia estão cheias de tensões.
Soberania Divina vs Responsabilidade Humana. O Problema do Mal (Teodiceia). Calvinismo e Arminianismo.
Tudo isso é positivo, pois a partir dos saudáveis debates chegam-se a melhores conclusões.
Certamente, podemos incluir nessa lista um outro ponto: o Deus que se manifesta a Moisés na sarça ardente (Teofania) e o Deus que se faz presente na mesa da comunhão.
Diz a Bíblia: “Partiam o pão em suas casas e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração” (Atos 2:46).
Eis o resumo da ópera: não podemos nos acostumar tanto com o Deus que fecha a boca de leões, ressuscita mortos e faz andar sobre as águas a ponto de não nos alegrarmos com o Deus que se faz presente para assar e degustar um peixe fresco.
Vamos elaborar uma situação hipotética. Imagine que você entre numa máquina do tempo e vá parar no ano de 1906, no Avivamento da Rua Azusa. Lá, você vê uma nuvem física da glória de Deus, membros corporais outrora ausentes crescendo em pessoas, uma menina que que nunca havia tocado piano fazendo isso magistralmente. Após algum tempo, você entra novamente na máquina do tempo e volta pra sua rotina. Não há mais avivamento, nem anjos, nem manchetes em todos os jornais anunciando que Deus se mudara para a cidade.
O desafio está lançado: como “reconfigurar” sua mente para enxergar na vida comum esse mesmo Deus do Avivamento?
Eu adoro conferências, estádios lotados, ler sobre os avivamento ao longo da história e clamar por um no tempo presente. Mas eu também adoro o “partir do pão” da igreja apostólica, o enxergar a graça divina ao nascer do sol, ou simplesmente quando estou assistindo a um filme com minha família.
Deus é cordeiro e leão. O que chamamos de “contradições”, em Deus há harmonia. Não é díspar louvarmos o Deus que faz fogo cair do céu ao mesmo tempo em que adoramos o Deus que nos convida a observar os pássaros. O verdadeiro desafio é comungarmos nossa mente e espírito conforme essa verdade.
Soberania Divina vs Responsabilidade Humana. O Problema do Mal (Teodiceia). Calvinismo e Arminianismo.
Tudo isso é positivo, pois a partir dos saudáveis debates chegam-se a melhores conclusões.
Certamente, podemos incluir nessa lista um outro ponto: o Deus que se manifesta a Moisés na sarça ardente (Teofania) e o Deus que se faz presente na mesa da comunhão.
Diz a Bíblia: “Partiam o pão em suas casas e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração” (Atos 2:46).
Eis o resumo da ópera: não podemos nos acostumar tanto com o Deus que fecha a boca de leões, ressuscita mortos e faz andar sobre as águas a ponto de não nos alegrarmos com o Deus que se faz presente para assar e degustar um peixe fresco.
Vamos elaborar uma situação hipotética. Imagine que você entre numa máquina do tempo e vá parar no ano de 1906, no Avivamento da Rua Azusa. Lá, você vê uma nuvem física da glória de Deus, membros corporais outrora ausentes crescendo em pessoas, uma menina que que nunca havia tocado piano fazendo isso magistralmente. Após algum tempo, você entra novamente na máquina do tempo e volta pra sua rotina. Não há mais avivamento, nem anjos, nem manchetes em todos os jornais anunciando que Deus se mudara para a cidade.
O desafio está lançado: como “reconfigurar” sua mente para enxergar na vida comum esse mesmo Deus do Avivamento?
Eu adoro conferências, estádios lotados, ler sobre os avivamento ao longo da história e clamar por um no tempo presente. Mas eu também adoro o “partir do pão” da igreja apostólica, o enxergar a graça divina ao nascer do sol, ou simplesmente quando estou assistindo a um filme com minha família.
Deus é cordeiro e leão. O que chamamos de “contradições”, em Deus há harmonia. Não é díspar louvarmos o Deus que faz fogo cair do céu ao mesmo tempo em que adoramos o Deus que nos convida a observar os pássaros. O verdadeiro desafio é comungarmos nossa mente e espírito conforme essa verdade.

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