DEUS MEU
Jesus nunca nos prometeu ausência de dificuldades.
Pelo contrário: Ele nos advertiu quanto a elas.
“Neste mundo vocês terão aflições” (João 16:33).
Porém, o versículo não termina aí. Tem a parte b: “Contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.
Deus não impediu que Daniel fosse parar na cova dos leões. Mas não permitiu que os animais ferozes devorassem o profeta.
Deus não impediu que Davi enfrentasse o gigante. Mas não permitiu que Golias o vencesse. (Isso evidencia a lição do pastor e escritor Max Lucado: “Concentre-se nos gigantes e você tropeçará. Concentre-se em Deus e os seus gigantes tropeçarão”.)
Jesus, mesmo estando presente, não impediu que a tempestade acometesse o barco dos discípulos. Mas não permitiu que o mar revolto os engolisse.
Em suma: as tempestades vão acontecer, mas Jesus nos prometeu que estaria no barco, sempre no controle de todas as coisas (inclusive, com uma palavra, podendo acalmar a força na natureza).
Ele mesmo prometeu: “E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28:20). E por acaso Cristo já descumpriu alguma promessa?!
Como diz a canção do Davi Sacer e Trazendo a Arca: “Se a tempestade me alcançar. Tu és meu abrigo. Se o mar me submergir, a Tua mão me traz à tona pra respirar. E me faz andar sobre as águas”.
Em meio às intempéries da vida, precisamos aprender a enxergar a mão de Jesus quando estamos no fundo do mar (ou no fundo do poço, como José do Egito), precisamos ter nossa própria experiência com Deus, a ponto de podermos chamá-lo de “Abba”, como o protagonista do livro “A Cabana”, de William P. Young, que precisou enfrentar os traumas do passado que o afligiam no presente, e no olho do furacão teve sua própria experiência com Deus, o “ver para crer”, assim como Tomé, a ponto de afirmar como o apóstolo: “Meu Senhor e meu Deus!” (Jo 20:28). Ou seja, não era mais o Deus meramente dos púlpitos, o Deus do cônjuge ou dos pais, o Deus das aulas de Escola Bíblica... era o Deus dele!
Ele está presente, mesmo quando não vemos. Se nessa vida temos que matar um leão por dia, Deus nos dá força e graça para esta missão, tal como ocorrera com Sansão.
Finalizo com as palavras de Larry Crabb em seu livro “Chega de Regras” (pág. 135):
Pelo contrário: Ele nos advertiu quanto a elas.
“Neste mundo vocês terão aflições” (João 16:33).
Porém, o versículo não termina aí. Tem a parte b: “Contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.
Deus não impediu que Daniel fosse parar na cova dos leões. Mas não permitiu que os animais ferozes devorassem o profeta.
Deus não impediu que Davi enfrentasse o gigante. Mas não permitiu que Golias o vencesse. (Isso evidencia a lição do pastor e escritor Max Lucado: “Concentre-se nos gigantes e você tropeçará. Concentre-se em Deus e os seus gigantes tropeçarão”.)
Jesus, mesmo estando presente, não impediu que a tempestade acometesse o barco dos discípulos. Mas não permitiu que o mar revolto os engolisse.
Em suma: as tempestades vão acontecer, mas Jesus nos prometeu que estaria no barco, sempre no controle de todas as coisas (inclusive, com uma palavra, podendo acalmar a força na natureza).
Ele mesmo prometeu: “E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28:20). E por acaso Cristo já descumpriu alguma promessa?!
Como diz a canção do Davi Sacer e Trazendo a Arca: “Se a tempestade me alcançar. Tu és meu abrigo. Se o mar me submergir, a Tua mão me traz à tona pra respirar. E me faz andar sobre as águas”.
Em meio às intempéries da vida, precisamos aprender a enxergar a mão de Jesus quando estamos no fundo do mar (ou no fundo do poço, como José do Egito), precisamos ter nossa própria experiência com Deus, a ponto de podermos chamá-lo de “Abba”, como o protagonista do livro “A Cabana”, de William P. Young, que precisou enfrentar os traumas do passado que o afligiam no presente, e no olho do furacão teve sua própria experiência com Deus, o “ver para crer”, assim como Tomé, a ponto de afirmar como o apóstolo: “Meu Senhor e meu Deus!” (Jo 20:28). Ou seja, não era mais o Deus meramente dos púlpitos, o Deus do cônjuge ou dos pais, o Deus das aulas de Escola Bíblica... era o Deus dele!
Ele está presente, mesmo quando não vemos. Se nessa vida temos que matar um leão por dia, Deus nos dá força e graça para esta missão, tal como ocorrera com Sansão.
Finalizo com as palavras de Larry Crabb em seu livro “Chega de Regras” (pág. 135):
“Em Apocalipse, seu último livro, João desvenda a glória de Jesus. Esses vinte e dois capítulos ajudam a manter a nossa fé em Jesus quando a evidência torna isso difícil. Mesmo quando João Batista certa vez ficou imaginando se deveria procurar outro Messias para seguir. Há ocasiões, às vezes longos períodos, em que a vida simplesmente não funciona muito bem, e por mais que busquemos, Jesus parece ter desaparecido. Quem sabe nunca esteve lá.
— Ele está aqui –, declara João –, e não desapareceu. Deus permitiu que eu visse tudo que está acontecendo do ponto de vista do céu. É de tirar o fôlego. O Cordeiro está abrindo com estrondo seu caminho através da história para completar o Plano Emanuel.”
— Ele está aqui –, declara João –, e não desapareceu. Deus permitiu que eu visse tudo que está acontecendo do ponto de vista do céu. É de tirar o fôlego. O Cordeiro está abrindo com estrondo seu caminho através da história para completar o Plano Emanuel.”

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