MARCA INDELÉVEL NA HISTÓRIA

Ainda que custe, que encontremo-nos portanto entre os que sacrificaram nossa sanidade em prol do desvendar os mistérios do mundo do que acostumar-nos à loucura da estagnação e alheamento.

Albert Einstein (1879-1955), vencedor do Prêmio Nobel de Física de 1921, ponderou: “A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original”.

Para contradizer a expressão shakespeariana acerca do “universo numa casca de noz”, intentamos não apenas perscrutar o mundo material. Há algo mais. Além da física. Além da temporalidade. Logo, expandiremos nosso arcabouço intelectual para afora dos limites do espaço-tempo.

Ainda que custe nosso sono, caro amigo. As noites em claro não serão em vão, pois antes proporcionarão o ruminar das sementes lançadas e apreendidas pela cognição.

Mozart foi enterrado como indigente. Van Gogh trocou telas de sua autoria por pratos de comida. Schopenhauer sequer foi reconhecido pela própria instituição acadêmica a qual realizara o doutorado, a Universidade de Berlim, sendo que seu curso contou com tão somente quatro ouvintes.

Que custe a reputação. Que custe a felicidade. Mas que haja a marca indelével na História.



(Referências bibliográficas: https://www.estadao.com.br/cultura/alvaro-siviero/mozart-um-misterio-e-um-cranio-no-museu/?srsltid=AfmBOorKfzoW2HRmpNksg0Ldo_XsEIynQaAlgsERxm0IdSLHGBeh0pDU; https://www.bbc.com/portuguese/geral-60651048; https://guiadoestudante.abril.com.br/especiais/arthur-schopenhauer)





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