O NATURAL QUE APONTA PARA O SOBRENATURAL
Na minha concepção, uma das maiores contribuições da teologia tomista foi alicerçar a possibilidade do conhecimento de Deus através do conhecimento dos elementos que constituem o mundo natural.
Nas palavras de G.K. Chesterton: “Porque apesar de uma vara ou pedra serem uma visão terrena, é por meio delas que Santo Tomás encontra caminho para o céu; e o importante é que ele obedece à visão; não a desmente”.
Por tal motivo, o Doutor Angélico debruçou-se nas obras de Aristóteles, pois entendia que aqueles tijolos gregos seriam componentes bem-vindos na construção da “morada interior”, utilizando um termo de Teresa D’Ávila.
Ademais, a perspectiva em questão dirime um antagonismo do Criador com a criação, como se fossem incompatíveis devido à natureza santa daquele e a corruptibilidade desta.
Somos convidados a enxergar além e, conforme o ensinamento milenar do provérbio judaico, obter a glória real de descobrir aquilo que foi encoberto pelo Logos.
Por tal motivo, o Doutor Angélico debruçou-se nas obras de Aristóteles, pois entendia que aqueles tijolos gregos seriam componentes bem-vindos na construção da “morada interior”, utilizando um termo de Teresa D’Ávila.
Ademais, a perspectiva em questão dirime um antagonismo do Criador com a criação, como se fossem incompatíveis devido à natureza santa daquele e a corruptibilidade desta.
Somos convidados a enxergar além e, conforme o ensinamento milenar do provérbio judaico, obter a glória real de descobrir aquilo que foi encoberto pelo Logos.

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