VIÉS ESOTÉRICO

O conhecimento sempre possuiu um viés esotérico.

Como uma filosofia do martelo de Nietzsche, a busca por camadas mais profundas rumo à iluminação consiste em hercúlea tarefa.

Por que o rei Salomão não pediu a Deus riquezas ou poder? Simplesmente pois a obtenção da sabedoria tratava-se do fator primário para angariar todo o restante.

“Não há conhecimento que não seja poder”. Essa frase é do filósofo norte-americano Ralph Waldo Emerson (1803-1882), e de tão emblemática, está presente na introdução do game “Mortal Kombat 3”.

O sair da caverna e enxergar a realidade para além de projeções, no Mito da Caverna de Platão (428 a.C.-347 a.C.), na sua obra “A República”. Vislumbrar adiante do véu de Maya, no budismo. O conhecimento da verdade que promove liberdade, no ensinamento de Jesus de Nazaré. O adentrar na toca do coelho, no clássico literário “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll (1832-1898). O comer do fruto do conhecimento do bem e do mal, no episódio de Adão e Eva presente no livro de Bereshit. O titã Prometeu que roubou o fogo dos deuses do Olimpo, na mitologia grega. A ingestão da pílula vermelha, no filme “Matrix” (1999). Entrar no guarda-roupa mágico e conhecer um novo mundo, em “As Crônicas de Nárnia”, do professor britânico C.S. Lewis (1898-1963). O sair da corrida dos ratos, no livro “Pai Rico, Pai Pobre” de Robert Kiyosaki (1947-).

Filosofia, religião, literatura, ciência... todas os rios desaguam no mesmo oceano.





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