AMBIENTE ACADÊMICO
O papel que a sala de aula e o ambiente acadêmico exercem são de suma importância não apenas para o indivíduo, mas no tocante aos rumos da História até este ponto – e “ad aeternum”.
Afinal, nesta seara é que a possibilidade da troca de ideias ganha concretude, oferecendo a obtenção do volume de informações a fim de que o universo cognitivo adquira robustez e repertório.
A Academia consiste neste latifúndio democrático que proporciona ao homem a liberdade em decorrência da formação de opinião, em antagonismo à alienação.
A historicidade contém inúmeros momentos nos quais o papel da troca de ideias foi fundamentado e estabelecido como essencial para um meio saudável. As ágoras na Grécia Antiga, a invenção da prensa por Gutenberg na década de 1450, a criação das escolas públicas em consequência da Reforma Protestante, as cafeterias a partir do século XIX, entre outros pontos, fornecem o tom da relevância mencionada.
Aviltar contra a Academia, relativizar o mérito da sala de aula, denota um regresso à civilização.
Falas da estirpe de relegar as universidades e escolas a um aspecto secundário e negativo, numa retórica imbuída de extremismo e negacionismo quanto a trajetória das mesmas desde tempos remotos, consiste num desserviço e inverdade sem precedentes.
Nós, da área da Educação, faremos sempre jus a esta etimologia, isto é, do “ex ducere”, conduzir para fora; como professores, convidar os discentes à jornada da sabedoria, externamente à caverna (em devido empréstimo de Platão), assim como dialogar com a sociedade e replicar conjecturas divergentes da realidade dos fatos.
A Academia consiste neste latifúndio democrático que proporciona ao homem a liberdade em decorrência da formação de opinião, em antagonismo à alienação.
A historicidade contém inúmeros momentos nos quais o papel da troca de ideias foi fundamentado e estabelecido como essencial para um meio saudável. As ágoras na Grécia Antiga, a invenção da prensa por Gutenberg na década de 1450, a criação das escolas públicas em consequência da Reforma Protestante, as cafeterias a partir do século XIX, entre outros pontos, fornecem o tom da relevância mencionada.
Aviltar contra a Academia, relativizar o mérito da sala de aula, denota um regresso à civilização.
Falas da estirpe de relegar as universidades e escolas a um aspecto secundário e negativo, numa retórica imbuída de extremismo e negacionismo quanto a trajetória das mesmas desde tempos remotos, consiste num desserviço e inverdade sem precedentes.
Nós, da área da Educação, faremos sempre jus a esta etimologia, isto é, do “ex ducere”, conduzir para fora; como professores, convidar os discentes à jornada da sabedoria, externamente à caverna (em devido empréstimo de Platão), assim como dialogar com a sociedade e replicar conjecturas divergentes da realidade dos fatos.
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