ANGÚSTIA

Há momentos em que eu consigo “arranhar na superfície” da angústia presente em Leonard Ravenhill e David Wilkerson.

Eles viram algo.

Conforme a letra da canção de Erick Mathias: “Aquilo que Pedro viu. Aquilo que João viu. Aquilo que John Wesley viu. E os homens de Deus viram”.

Talvez não vemos porque estamos presos na Matrix, estamos presos na caverna de Platão, vislumbrando uma realidade que é mais irreal do que real.

Imersos na rotina, nos afazeres, no dia a dia, como o povo nos dias de Noé. Consumidos pelo trabalho, escravos do relógio, adequados a este século – o mesmo que colocou o Deus encarnado em uma cruz.

A desarticulação da coxa de Jacó e o espinho na carne de Paulo apontavam para o trono da graça.

Quando tudo deixa de importar, chegamos ao que mais importa, do mesmo modo daquele homem que vendeu tudo o que tinha só para comprar o campo que possuía um grande tesouro enterrado.

Não está nada bem sem o Senhor aqui. Por isso Jesus disse que os Seus discípulos não jejuavam, pois o Noivo estava presente.

Mas e nós, hoje?

Por que nossos olhos andam tão secos?

“Onde está aquela fome, filho?”

As Escrituras declaram: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32).

Podemos acordar.

O que os moravianos viram que os faziam louvar a Deus mesmo quando uma tempestade acometia o barco onde estavam? Ou quando eles deram a vida em prol da causa missionária?

Senhor, tende piedade de nós.

Toca-me, e eu nunca mais serei o mesmo.



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