CREPÚSCULO DA HISTÓRIA
Doravante, o indivíduo circunspecto há de inferir que é chegado o crepúsculo da História.
E persigno-me diante do evidente fato.
O rei Salomão, que governou sobre Israel aproximadamente entre 971 e 931 a.C., descobrira em tempos remotos que tudo é vaidade.
William Shakespeare (1564-1616) imprimiu em sua obra “MacBeth” que “A vida não passa de uma sombra que caminha, um pobre ator que se pavoneia e se aflige sobre o palco – faz isso por uma hora e, depois, não se escuta mais sua voz. É uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria e vazia de significado”.
O sodalício que peregrina sob a face da Terra assombra-se perante tal perspectiva.
A ciclicidade sociológica constata-nos que, tal como Ícaro, alça-se o voo, todavia, a iminência da queda é presente.
Ora, qual seria a adequada postura perante a crueza e frieza do ciclo vital, senão tal qual Vincent van Gogh (1853-1890) retratara em 1882?
Evoco Drummond: “E agora, José?”
Ingerir a “pílula vermelha” (para utilizarmos um termo oriundo do universo da sétima arte) faz-nos pensar, por vezes, que os grilhões da caverna platônica eram demasiadamente aprazíveis.
O rei Salomão, que governou sobre Israel aproximadamente entre 971 e 931 a.C., descobrira em tempos remotos que tudo é vaidade.
William Shakespeare (1564-1616) imprimiu em sua obra “MacBeth” que “A vida não passa de uma sombra que caminha, um pobre ator que se pavoneia e se aflige sobre o palco – faz isso por uma hora e, depois, não se escuta mais sua voz. É uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria e vazia de significado”.
O sodalício que peregrina sob a face da Terra assombra-se perante tal perspectiva.
A ciclicidade sociológica constata-nos que, tal como Ícaro, alça-se o voo, todavia, a iminência da queda é presente.
Ora, qual seria a adequada postura perante a crueza e frieza do ciclo vital, senão tal qual Vincent van Gogh (1853-1890) retratara em 1882?
Evoco Drummond: “E agora, José?”
Ingerir a “pílula vermelha” (para utilizarmos um termo oriundo do universo da sétima arte) faz-nos pensar, por vezes, que os grilhões da caverna platônica eram demasiadamente aprazíveis.
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