DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO
Inúmeros são os desafios para a Educação na contemporaneidade.
Há de se citar a título de exemplo o fator dos meios digitais.
As aventuras de Dom Quixote de La Mancha despertam interesse tal qual os vídeos de poucos segundos e temáticas variadas?
Estudar nos livros de História sobre a chegada das embarcações portuguesas naquela que seria chamada de Terra de Santa Cruz (e já encontrava-se habitada pelos povos indígenas) apreende a atenção tanto quanto as perspectivas do futuro relacionadas à robótica e IA?
Estes pontos que demandam esforço hercúleo a priori da classe magisterial – que, a saber, demanda maior valorização –, ramificam-se em outras tensões.
(Lê-se: o digital não é antagônico à arte do ensinar e aprender, visto que essa dinâmica ocorre também de forma otimizada através da rede. Todavia, há de se refletir acerca da convergência de ambos perante as demandas sociológicas da hodiernidade.)
A sala de aula deve ser vista como parte de um todo, e não à parte do todo.
Os discentes se fazem presentes com suas subjetividades e elementos inerentes à externalidade do momento da aprendizagem que certamente far-se-ão influentes no processo deste.
Nesse sentido, a Educação não consiste em um ente abstrato, antes, em um organismo vivo que incide na mutualidade das partes envolvidas.
As aventuras de Dom Quixote de La Mancha despertam interesse tal qual os vídeos de poucos segundos e temáticas variadas?
Estudar nos livros de História sobre a chegada das embarcações portuguesas naquela que seria chamada de Terra de Santa Cruz (e já encontrava-se habitada pelos povos indígenas) apreende a atenção tanto quanto as perspectivas do futuro relacionadas à robótica e IA?
Estes pontos que demandam esforço hercúleo a priori da classe magisterial – que, a saber, demanda maior valorização –, ramificam-se em outras tensões.
(Lê-se: o digital não é antagônico à arte do ensinar e aprender, visto que essa dinâmica ocorre também de forma otimizada através da rede. Todavia, há de se refletir acerca da convergência de ambos perante as demandas sociológicas da hodiernidade.)
A sala de aula deve ser vista como parte de um todo, e não à parte do todo.
Os discentes se fazem presentes com suas subjetividades e elementos inerentes à externalidade do momento da aprendizagem que certamente far-se-ão influentes no processo deste.
Nesse sentido, a Educação não consiste em um ente abstrato, antes, em um organismo vivo que incide na mutualidade das partes envolvidas.
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