UM CONTO DE NATAL
Era véspera de Natal.
Enfim, é como diz o nosso hino: caminhamos na vanguarda!"
As crianças nem piscavam, de tão maravilhadas! Elas nunca tinham ouvido na escola sobre tantos feitos grandiosos na história de Juiz de Fora.
Não havia uma lareira porque, diferentemente dos filmes de Hollywood, por aqui não era inverno – e, pelo mesmo motivo, infelizmente também não havia boneco de neve, nem aqueles moletons... mas, pelo menos, tinham os cookies que, diga-se de passagem, estavam saindo do forno com um cheiro delicioso!
A TV estava ligada pois as crianças não queriam perder os desenhos animados natalinos (uma das melhores coisas dessa época do ano!). O panetone já estava pela metade, e o peru devidamente temperado para a ceia.
Era uma noite feliz, como dizia a clássica canção. A sensação de acordar numa manhã de Natal era como um gostinho do que virá a ser o Céu, e não é à toa que C.S. Lewis retratou o Papai Noel em "As Crônicas de Nárnia".
Perto da árvore de Natal, que estava exuberante com os enfeites, pisca-pisca e recheada de presentes aos pés, havia um senhor sentado numa cadeira de balanço. Seu olhar sereno brilhava estranhamente... mas "estranho" no bom sentido, como aquela sensação de quando se vê a pessoa amada.
A TV estava ligada pois as crianças não queriam perder os desenhos animados natalinos (uma das melhores coisas dessa época do ano!). O panetone já estava pela metade, e o peru devidamente temperado para a ceia.
Era uma noite feliz, como dizia a clássica canção. A sensação de acordar numa manhã de Natal era como um gostinho do que virá a ser o Céu, e não é à toa que C.S. Lewis retratou o Papai Noel em "As Crônicas de Nárnia".
Perto da árvore de Natal, que estava exuberante com os enfeites, pisca-pisca e recheada de presentes aos pés, havia um senhor sentado numa cadeira de balanço. Seu olhar sereno brilhava estranhamente... mas "estranho" no bom sentido, como aquela sensação de quando se vê a pessoa amada.
— Vovô, vovô! – disse um dos netos – Conta pra gente aquela história de novo! Por favor!
Àquela altura, cinco pequeninos já estavam assentados no tapete em frente ao ancião, com uma expectativa tal de quem está no cinema e o filme irá começar em instantes.
Com um sorriso e olhar de ternura, vovô recostou-se na cadeira numa posição confortável, e suspirou. Parecia que, naquele momento, ele havia entrado no DeLorean do "De Volta Para o Futuro" e feito uma viagem no tempo, e começara a descrever os fatos que as crianças estavam ávidas para ouvir mais uma vez.
"Meus filhos, a história a seguir aconteceu tim-tim por tim-tim.
Talvez pra vocês possa parecer um conto mágico da Disney, mas lhes garanto que foi real – apesar de também ter sido mágico!"
Talvez pra vocês possa parecer um conto mágico da Disney, mas lhes garanto que foi real – apesar de também ter sido mágico!"
Ninguém poderia duvidar dessa introdução. Havia no olhar daquele homem farto de dias algo diferente... certa vez ele tentou explicar dizendo que foi "marcado pela graça". Nessa hora um dos netos perguntou: "Graça?! É algo pra rir, como se fosse comédia?" Apesar de realmente um riso ter surgido imediatamente à fala inocente da doce criança, o senhor respondeu que não... na verdade, o "marcado pela graça" era mais ou menos no mesmo sentido de Jacó que teve a coxa desarticulada, ou o espinho na carne de Paulo.
Vovô continuou:
"Sempre soubemos que nossa cidade de Juiz de Fora era especial. Aqui foi inaugurada a Marmelos Zero, a primeira usina hidrelétrica da América Latina, lá no século XIX. Isso possibilitou que a cidade fosse pioneira na iluminação pública da América Latina. Tudo isso foi feito por Bernardo Mascarenhas, para fornecer energia para a sua companhia têxtil, e foi justamente essa indústria que fez com que Juiz de Fora ficasse conhecida como 'Manchester Mineira'.
Vovô continuou:
"Sempre soubemos que nossa cidade de Juiz de Fora era especial. Aqui foi inaugurada a Marmelos Zero, a primeira usina hidrelétrica da América Latina, lá no século XIX. Isso possibilitou que a cidade fosse pioneira na iluminação pública da América Latina. Tudo isso foi feito por Bernardo Mascarenhas, para fornecer energia para a sua companhia têxtil, e foi justamente essa indústria que fez com que Juiz de Fora ficasse conhecida como 'Manchester Mineira'.
Também temos a primeira estrada pavimentada da América Latina, a União Indústria. O primeiro Cristo Redentor é o nosso, que foi inaugurado em 1905, antes mesmo do famoso Cristo do Rio de Janeiro. Já que citamos a Cidade Maravilhosa, temos a primeira escola de samba fora do Rio: a Turunas do Riachuelho. A primeira transmissão televisiva em circuito aberto aconteceu aqui, e também a primeira transmissão esportiva, que foi um jogo entre Tupi e Bangu. Falando no Tupi, temos o esquadrão conhecido como 'Fantasma do Mineirão', dos anos 60, que venceu Cruzeiro, Atlético e América, e inclusive fez um amistoso contra a Seleção Brasileira de Pelé. E, falando de futebol, aqui em Juiz de Fora ocorreu a primeira partida futebolística do Brasil, lá no Colégio Granbery. O Sport Club tem a primeira piscina suspensa da América Latina, inaugurada em 1938. Ah! O Verdão da Avenida também foi responsável por colocar Juiz de Fora no Guinness Book, o Livro dos Recordes: o presidente Francisco Queiroz Caputo ficou 55 anos à frente do clube, sendo o dirigente que por mais tempo permaneceu no cargo. Temos o primeiro museu de Minas Gerais, o Museu Mariano Procópio (onde está o quadro 'Tiradentes Esquartejado', um dos mais importantes da história do Brasil), além da primeira instituição financeira, o Banco de Crédito Real. Nesse tópico de banco, foi o arquiteto Oscar Niemeyer que fez o projeto para o prédio do Banco do Brasil que fica na Avenida Getúlio Vargas, em 1941. Ainda sobre cultura e Minas Gerais, o Cine-Theatro Central é o primeiro teatro arrojado do estado. Pedro Nava, Murilo Mendes, Rubem Fonseca, Belmiro Braga, Machado Sobrinho, são poetas que podemos chamar de nossos (com orgulho!). Não podemos esquecer que Academia Mineira de Letras foi fundada aqui em Juiz de Fora em 1909, e a mudança para a capital Belo Horizonte só aconteceu em 1915.
Nossa cidade foi visitada várias vezes pelo imperador Dom Pedro II e pelo presidente Getúlio Vargas. Falando em presidente, Itamar Franco (que foi Presidente da República entre 1992 e 1994) é daqui, e iniciou sua carreira política como prefeito do município.
Em 1960, foi inaugurada a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), centro acadêmico que forma muitas mentes que por lá passam.
Nossa Princesa de Minas quase foi capital de um estado que viria a ser chamado Paraíba do Sul.
Em 1960, foi inaugurada a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), centro acadêmico que forma muitas mentes que por lá passam.
Nossa Princesa de Minas quase foi capital de um estado que viria a ser chamado Paraíba do Sul.
Enfim, é como diz o nosso hino: caminhamos na vanguarda!"
As crianças nem piscavam, de tão maravilhadas! Elas nunca tinham ouvido na escola sobre tantos feitos grandiosos na história de Juiz de Fora.
"Lembra que eu disse que a primeira usina hidrelétrica da América Latina é nossa? Então, graças a isso Juiz de Fora ganhou a alcunha de 'Farol da América'.
Mas eu estou falando isso tudo pra vocês não apenas como conhecimento histórico, meus netos...
Juiz de Fora é um farol não apenas no sentido econômico, mas também em algo mais..."
Os pequenos não se aguentavam de tanta curiosidade! "Conta, vovô! O que mais?!"
Ele continuou:
"Juiz de Fora não é só um centro geopolítico, mas também espiritual.
Crianças, sempre existiram muitas e muitas promessas de que, um dia, aconteceria um avivamento em Juiz de Fora.
Há um antiga Lei que considera Juiz de Fora como a Capital do Avivamento no Brasil. É a Lei n° 10.771, de 02 de julho de 2004."
"Sério, vovô?", perguntaram em uníssono os netos.
"Sim! E não para por aí. Pessoas vieram de fora da cidade para confirmar essas profecias. Havia uma palavra de Deus sobre nossa cidade, e tínhamos que fazer algo a respeito."
"E o que vocês fizeram?"
"Bom", vovô deu um sorriso, "clamamos ao Senhor até que Ele viesse".
Deus já tinha feito avivamentos no passado. Evan Roberts orou nada mais nada menos do que 13 anos até que acontecesse o Avivamento do País de Gales."
"13 anos?!", as crianças exclamaram assustadas. "É muito tempo!"
"Pois é! Mas o que nos ensina a Parábola da Viúva Persistente?" Então, o vovô se levantou e pegou a Bíblia, abrindo nessa passagem. "Ela bateu na porta do juiz até que este atendesse. E valeu a pena cada segundo que Evan Roberts orou. Sabe o que aconteceu no País de Gales? As delegacias fecharam, porque os ocorrências haviam cessado. O campeonato de rugby parou. Afinal, ninguém queria ir ao estádios, mas somente buscar a face do Senhor!"
"E isso aconteceu de novo, em outro lugar?", as crianças estavam curiosas.
"Nos Estados Unidos, em 1906, teve o Avivamento da Rua Azusa. Tem uma história interessante que conta que o corpo de bombeiros se dirigia até o velho edifício porque eles viam uma chama saindo dali, entretanto, quando chegavam lá, não tinha fogo nenhum. Na verdade, tinha, mas era um fogo espiritual!
Inspirados no que Deus havia feito no passado, começamos a clamar: faz de novo, Senhor! Isso significa que, como escreveu Tommy Tenney no livro 'Os Caçadores de Deus', estávamos como Isaque desentulhando os antigos poços.
Acreditávamos até o último fio de cabelo que Deus haveria de rasgar o Céu cedo ou tarde. E o segredo não estava no quanto nós orávamos, mas sim no quanto nós acreditávamos naquilo que orávamos. Dizíamos que chegaria o dia em que, nas EBD's, não contaríamos apenas o que os Pais da Igreja fizeram, mas sim o que nós fizemos durante a semana. Como Eliseu pegou a capa de Elias, olhamos para os que nos antecederam, e afirmávamos que onde as antigas gerações erraram, nós iríamos acertar, e onde elas acertaram, nós iríamos acertar também.
Tudo o que fizemos foi seguir a nuvem. Deus já havia feito as promessas para a nossa cidade."
"E o que aconteceu?", nessa altura, um dos netos já estava de pé, ao lado do avô, de tanta expectativa.
"Bom... um belo dia, simplesmente começou o avivamento.
Parecia um dia como qualquer outro. O despertador tocou, acordei, escovei os dentes, sentei pra tomar café. Mas, sabe quando você nota que tem algo diferente no ar? Não sei, a atmosfera parecia mais densa, mais elétrica. Foi então que peguei meu celular e quase caí pra trás. As mensagens estavam pipocando!
Literalmente, a cidade havia parado."
"E como vocês sabiam que era o avivamento?", alguém perguntou.
"Porque avivamento não é fogo dentro da igreja, mas chuva lá fora.
Não eram apenas os crentes que sabiam que o Espírito Santo havia descido, mas a cidade estava vendo com os próprios olhos.
Os fatos que se sucederam estão nos livros de História, em recortes de jornais, nas lembranças do passado.
A unção de Billy Graham estava sobre nós, e o Estádio Municipal ficou lotado de almas sedentas por Cristo nas reuniões que lá foram realizadas.
A imprensa queria saber o que estava acontecendo.
Filhos pródigos voltaram pra casa, ovelhas perdidas retornaram ao aprisco, dracmas foram achadas, e a grande colheita foi feita nos campos que já estavam brancos.
As pessoas queriam mais e mais de Deus.
E o avivamento não tinha líderes específicos. Como Willam Seymour colocou a cabeça dentro dos caixotes em Azusa, quem apareceu de verdade foi o próprio Noivo.
O Espírito Santo conduzia as reuniões como um maestro rege a orquestra.
Enfermos foram curados, mortos ressuscitaram (como nos dias de Smith Wigglesworth), o Calçadão virou um ponto de pregação do evangelho (como nos tempos de John Wesley e George Whitefield, que pregava em cima de um barril).
A cidade fica mais linda ainda na época de Natal, não é mesmo? O Parque Halfeld fica todo iluminado! Por causa do avivamento, havia uma luz diferente sobre a cidade, parecia que ela saía direto do trono de Deus. Não sei explicar, mas era algo quase palpável.
Se por acaso muitas pessoas um dia se perguntaram o que aconteceu com os milagres da Bíblia, a resposta estava bem ali. Deus estava fazendo de novo. Estávamos vivendo uma espécie de Atos 29!
Visitações de anjos era algo comum. Jovens descobriram seu propósito. Como Zaqueu que subira na árvore, as pessoas não mediam esforços para ter um vislumbre de Deus, nem que fosse pra Ele passar atrás da montanha, conforme o pedido de Moisés.
Crianças, os frutos do avivamento histórico em Juiz de Fora são vistos até hoje. Quando o Céu invade a Terra, as marcas são perenes."
Mas eu estou falando isso tudo pra vocês não apenas como conhecimento histórico, meus netos...
Juiz de Fora é um farol não apenas no sentido econômico, mas também em algo mais..."
Os pequenos não se aguentavam de tanta curiosidade! "Conta, vovô! O que mais?!"
Ele continuou:
"Juiz de Fora não é só um centro geopolítico, mas também espiritual.
Crianças, sempre existiram muitas e muitas promessas de que, um dia, aconteceria um avivamento em Juiz de Fora.
Há um antiga Lei que considera Juiz de Fora como a Capital do Avivamento no Brasil. É a Lei n° 10.771, de 02 de julho de 2004."
"Sério, vovô?", perguntaram em uníssono os netos.
"Sim! E não para por aí. Pessoas vieram de fora da cidade para confirmar essas profecias. Havia uma palavra de Deus sobre nossa cidade, e tínhamos que fazer algo a respeito."
"E o que vocês fizeram?"
"Bom", vovô deu um sorriso, "clamamos ao Senhor até que Ele viesse".
Deus já tinha feito avivamentos no passado. Evan Roberts orou nada mais nada menos do que 13 anos até que acontecesse o Avivamento do País de Gales."
"13 anos?!", as crianças exclamaram assustadas. "É muito tempo!"
"Pois é! Mas o que nos ensina a Parábola da Viúva Persistente?" Então, o vovô se levantou e pegou a Bíblia, abrindo nessa passagem. "Ela bateu na porta do juiz até que este atendesse. E valeu a pena cada segundo que Evan Roberts orou. Sabe o que aconteceu no País de Gales? As delegacias fecharam, porque os ocorrências haviam cessado. O campeonato de rugby parou. Afinal, ninguém queria ir ao estádios, mas somente buscar a face do Senhor!"
"E isso aconteceu de novo, em outro lugar?", as crianças estavam curiosas.
"Nos Estados Unidos, em 1906, teve o Avivamento da Rua Azusa. Tem uma história interessante que conta que o corpo de bombeiros se dirigia até o velho edifício porque eles viam uma chama saindo dali, entretanto, quando chegavam lá, não tinha fogo nenhum. Na verdade, tinha, mas era um fogo espiritual!
Inspirados no que Deus havia feito no passado, começamos a clamar: faz de novo, Senhor! Isso significa que, como escreveu Tommy Tenney no livro 'Os Caçadores de Deus', estávamos como Isaque desentulhando os antigos poços.
Acreditávamos até o último fio de cabelo que Deus haveria de rasgar o Céu cedo ou tarde. E o segredo não estava no quanto nós orávamos, mas sim no quanto nós acreditávamos naquilo que orávamos. Dizíamos que chegaria o dia em que, nas EBD's, não contaríamos apenas o que os Pais da Igreja fizeram, mas sim o que nós fizemos durante a semana. Como Eliseu pegou a capa de Elias, olhamos para os que nos antecederam, e afirmávamos que onde as antigas gerações erraram, nós iríamos acertar, e onde elas acertaram, nós iríamos acertar também.
Tudo o que fizemos foi seguir a nuvem. Deus já havia feito as promessas para a nossa cidade."
"E o que aconteceu?", nessa altura, um dos netos já estava de pé, ao lado do avô, de tanta expectativa.
"Bom... um belo dia, simplesmente começou o avivamento.
Parecia um dia como qualquer outro. O despertador tocou, acordei, escovei os dentes, sentei pra tomar café. Mas, sabe quando você nota que tem algo diferente no ar? Não sei, a atmosfera parecia mais densa, mais elétrica. Foi então que peguei meu celular e quase caí pra trás. As mensagens estavam pipocando!
Literalmente, a cidade havia parado."
"E como vocês sabiam que era o avivamento?", alguém perguntou.
"Porque avivamento não é fogo dentro da igreja, mas chuva lá fora.
Não eram apenas os crentes que sabiam que o Espírito Santo havia descido, mas a cidade estava vendo com os próprios olhos.
Os fatos que se sucederam estão nos livros de História, em recortes de jornais, nas lembranças do passado.
A unção de Billy Graham estava sobre nós, e o Estádio Municipal ficou lotado de almas sedentas por Cristo nas reuniões que lá foram realizadas.
A imprensa queria saber o que estava acontecendo.
Filhos pródigos voltaram pra casa, ovelhas perdidas retornaram ao aprisco, dracmas foram achadas, e a grande colheita foi feita nos campos que já estavam brancos.
As pessoas queriam mais e mais de Deus.
E o avivamento não tinha líderes específicos. Como Willam Seymour colocou a cabeça dentro dos caixotes em Azusa, quem apareceu de verdade foi o próprio Noivo.
O Espírito Santo conduzia as reuniões como um maestro rege a orquestra.
Enfermos foram curados, mortos ressuscitaram (como nos dias de Smith Wigglesworth), o Calçadão virou um ponto de pregação do evangelho (como nos tempos de John Wesley e George Whitefield, que pregava em cima de um barril).
A cidade fica mais linda ainda na época de Natal, não é mesmo? O Parque Halfeld fica todo iluminado! Por causa do avivamento, havia uma luz diferente sobre a cidade, parecia que ela saía direto do trono de Deus. Não sei explicar, mas era algo quase palpável.
Se por acaso muitas pessoas um dia se perguntaram o que aconteceu com os milagres da Bíblia, a resposta estava bem ali. Deus estava fazendo de novo. Estávamos vivendo uma espécie de Atos 29!
Visitações de anjos era algo comum. Jovens descobriram seu propósito. Como Zaqueu que subira na árvore, as pessoas não mediam esforços para ter um vislumbre de Deus, nem que fosse pra Ele passar atrás da montanha, conforme o pedido de Moisés.
Crianças, os frutos do avivamento histórico em Juiz de Fora são vistos até hoje. Quando o Céu invade a Terra, as marcas são perenes."
Imagem: "The Christmas Tree" (1911), por Albert Chevallier Tayler
Referências bibliográficas: https://www.mg.gov.br/servico/visitar-o-museu-do-credito-real; https://pjf.mg.gov.br/noticias/view.php?modo=link2&idnoticia2=65893; http://www.ipatrimonio.org/juiz-de-fora-usina-de-marmelos-zero/#!/map=38329; https://elizabethwerneck.com/juiz-de-fora-a-cidade-mineira-com-espirito-pioneiro/?amp; https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=445348; https://www.pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/patrimonio/historico/usina_marmelos.php; https://www.ipatrimonio.org/juiz-de-fora-banco-de-credito-real/#!/map=38329&loc=-21.760423000000014,-43.346407,17; https://pjf.mg.gov.br/noticias/view.php?modo=link2&idnoticia2=65923; https://www.radiocatedraljf.com.br/post/sport-club-juiz-de-fora-comemora-107-anos-com-programação-especial; https://procopao.com.br/blog/10-curiosidade-sobre-juiz-de-fora-que-voce-precisa-saber/; https://www.instagram.com/p/C7hVifVtoeG/?igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==; https://www.jusbrasil.com.br/legislacao/323875/lei-10771-04; https://m.youtube.com/watch?v=44le0yuSrdY&t=269s&pp=ygUiR2FicmllbCBjYW50YXJpbm8gb25lIGp1aXogZGUgZm9yYQ%3D%3D; https://www.instagram.com/p/C7eEsJ6swUb/?igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==; https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2024/05/31/cinco-vezes-em-que-juiz-de-fora-foi-pioneira-na-historia-e-talvez-voce-nao-sabia.ghtml; https://www.ipatrimonio.org/juiz-de-fora-monumento-caio-martins/; https://diarioregionaldigital.com.br/?p=81706; https://zinecultural.com/blog/times-de-juiz-de-fora; https://opedroquintao.blogspot.com/2023/03/como-chamas-de-fogo.html?m=1; https://revistaimpacto.com.br/o-avivamento-do-pais-de-gales-parte-v/; https://www.instagram.com/p/Ckqv2NspON3/; https://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2024/06/smith-wigglesworth/; https://www.pjf.mg.gov.br/noticias/view.php?modo=link2&idnoticia2=19725; https://www.camarajf.mg.gov.br/www/noticias/exibir/2716/Camara-comemora-100-anos-da-Academia-Mineira-de-Letras.html?p=914
Referências bibliográficas: https://www.mg.gov.br/servico/visitar-o-museu-do-credito-real; https://pjf.mg.gov.br/noticias/view.php?modo=link2&idnoticia2=65893; http://www.ipatrimonio.org/juiz-de-fora-usina-de-marmelos-zero/#!/map=38329; https://elizabethwerneck.com/juiz-de-fora-a-cidade-mineira-com-espirito-pioneiro/?amp; https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=445348; https://www.pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/patrimonio/historico/usina_marmelos.php; https://www.ipatrimonio.org/juiz-de-fora-banco-de-credito-real/#!/map=38329&loc=-21.760423000000014,-43.346407,17; https://pjf.mg.gov.br/noticias/view.php?modo=link2&idnoticia2=65923; https://www.radiocatedraljf.com.br/post/sport-club-juiz-de-fora-comemora-107-anos-com-programação-especial; https://procopao.com.br/blog/10-curiosidade-sobre-juiz-de-fora-que-voce-precisa-saber/; https://www.instagram.com/p/C7hVifVtoeG/?igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==; https://www.jusbrasil.com.br/legislacao/323875/lei-10771-04; https://m.youtube.com/watch?v=44le0yuSrdY&t=269s&pp=ygUiR2FicmllbCBjYW50YXJpbm8gb25lIGp1aXogZGUgZm9yYQ%3D%3D; https://www.instagram.com/p/C7eEsJ6swUb/?igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==; https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2024/05/31/cinco-vezes-em-que-juiz-de-fora-foi-pioneira-na-historia-e-talvez-voce-nao-sabia.ghtml; https://www.ipatrimonio.org/juiz-de-fora-monumento-caio-martins/; https://diarioregionaldigital.com.br/?p=81706; https://zinecultural.com/blog/times-de-juiz-de-fora; https://opedroquintao.blogspot.com/2023/03/como-chamas-de-fogo.html?m=1; https://revistaimpacto.com.br/o-avivamento-do-pais-de-gales-parte-v/; https://www.instagram.com/p/Ckqv2NspON3/; https://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2024/06/smith-wigglesworth/; https://www.pjf.mg.gov.br/noticias/view.php?modo=link2&idnoticia2=19725; https://www.camarajf.mg.gov.br/www/noticias/exibir/2716/Camara-comemora-100-anos-da-Academia-Mineira-de-Letras.html?p=914

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