ADVENTO #5
Deus não está limitado à dinâmica do espaço-tempo.
Antes, Ele transcende esses conceitos.
Na Bíblia, o livro de Josué nos demonstra que Deus parou o movimento do planeta Terra, isto é, o tempo parou. Isaías declara que Deus fez a sombra do relógio do sol (que era o “ponteiro” da época) voltar dez graus, ou seja, o tempo regressou. Ao longo da narrativa das Escrituras, há diversas evidências que Deus possui domínio sobre o futuro, como nas profecias da vinda do Messias e a literatura apocalíptica (que descreve eventos que ainda vão acontecer na nossa realidade, no mesmo sentido do sonho das vacas gordas e magras que José interpretou e o sonho da estátua que Daniel forneceu o significado).
Há teorias que quando Jesus estava com o corpo glorificado na companhia de Pedro, Tiago e João no Monte da Transfiguração, e Moisés e Elias aparecem, na verdade não era que Moisés e Elias foram transportados para aquele lugar como se tivessem “descido do Céu”, mas sim que Jesus (Deus encarnado) apareceu para Moisés no monte Sinai e para Elias no monte Horebe, em seus respectivos tempos (Êxodo 19 e 1 Reis 19, por exemplo), no caso, que era o passado em relação ao episódio do Monte da Transfiguração, mas era o presente na perspectiva de Elias e Moisés.
Albert Einstein, vencedor do Prêmio Nobel de Física em 1921, afirmou: “O tempo e o espaço são modos pelos quais pensamos e não condições nas quais vivemos”.
Quando celebramos o Natal, é como se a barreira do espaço-tempo fosse quebrada, e de certa forma revivemos o ocorrido naquela noite feliz em Belém. Consiste no mesmo raciocínio da Ceia como presença manifesta do Senhor: uma dinâmica entre Jesus no presente e a Igreja no passado, na mesa com os discípulos (sendo que a etimologia é por mera questão de vocabulário, pois não há passado e presente nessa dinâmica).
(Imagem: “The Nativity”, por Gari Melchers. 1891)
Na Bíblia, o livro de Josué nos demonstra que Deus parou o movimento do planeta Terra, isto é, o tempo parou. Isaías declara que Deus fez a sombra do relógio do sol (que era o “ponteiro” da época) voltar dez graus, ou seja, o tempo regressou. Ao longo da narrativa das Escrituras, há diversas evidências que Deus possui domínio sobre o futuro, como nas profecias da vinda do Messias e a literatura apocalíptica (que descreve eventos que ainda vão acontecer na nossa realidade, no mesmo sentido do sonho das vacas gordas e magras que José interpretou e o sonho da estátua que Daniel forneceu o significado).
Há teorias que quando Jesus estava com o corpo glorificado na companhia de Pedro, Tiago e João no Monte da Transfiguração, e Moisés e Elias aparecem, na verdade não era que Moisés e Elias foram transportados para aquele lugar como se tivessem “descido do Céu”, mas sim que Jesus (Deus encarnado) apareceu para Moisés no monte Sinai e para Elias no monte Horebe, em seus respectivos tempos (Êxodo 19 e 1 Reis 19, por exemplo), no caso, que era o passado em relação ao episódio do Monte da Transfiguração, mas era o presente na perspectiva de Elias e Moisés.
Albert Einstein, vencedor do Prêmio Nobel de Física em 1921, afirmou: “O tempo e o espaço são modos pelos quais pensamos e não condições nas quais vivemos”.
Quando celebramos o Natal, é como se a barreira do espaço-tempo fosse quebrada, e de certa forma revivemos o ocorrido naquela noite feliz em Belém. Consiste no mesmo raciocínio da Ceia como presença manifesta do Senhor: uma dinâmica entre Jesus no presente e a Igreja no passado, na mesa com os discípulos (sendo que a etimologia é por mera questão de vocabulário, pois não há passado e presente nessa dinâmica).
(Imagem: “The Nativity”, por Gari Melchers. 1891)
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