TOME A SUA CRUZ
O que aconteceu com o "Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me" (Lucas 9:23)?
Você tem ideia do que significava um discípulo ouvir essas palavras da boca de Jesus naquele tempo?
A cruz era sinônimo de morte. Era a forma mais cruel de condenação pelo Império Romano.
Enquanto os doze estavam pensando no trono, quem iria se sentar ao lado de Cristo e etc., o Mestre estava oferecendo o madeiro.
Este é o Deus que destrói sonhos.
Muitos hoje em dia medem o Reino através do seu próprio umbigo. Em outras palavras: pelo sucesso ministerial.
Não visam o Calvário tal como Jesus indicou, mas sim os holofotes, o púlpito, a evidência, a liderança, gostam de aparecer, centralizar, se exibir.
Tal como os fariseus, amam os "primeiros lugares", porque amam serem vistos. Enquanto isso, Teresa de Lisieux dissera: "Ocupemos o último lugar. Ninguém brigará convosco por causa dele".
A disputa não é sobre quem mais nega a si mesmo (quem dera, hein?!), mas sim quem trabalha mais, quem publica mais, quem é mais ativo (isto é, quem não tem nenhuma "falta" na lista de chamada das atividades da igreja)...
É nesse sentido que Leonard Ravenhill ponderou: "O púlpito pode ser uma vitrine para mostrar os talentos de uma pessoa; já o quarto de oração não permite nenhum exibicionismo".
Obviamente não estou dizendo que é errado exercer o ministério (seria uma contradição com a minha própria história!), mas nosso coração não deve estar no "eu". Lembro-me de quando surgiu a oportunidade de eu servir mais na obra, mas minha primeira resposta foi: "Eu não estou à altura de realizar tudo isso". Eu tinha acabado de ler "O Evangelho Maltrapilho", de Brennan Manning, e entendi como nunca o que significava a graça divina. Estava satisfeito em simplesmente ser amigo de Jesus.
O líder não é aquele que busca ensandecidamente a liderança, que se acha superior ou merecedor, mas sim aquele que, na verdade, não quer estar lá.
"O Reino de Deus não é uma escada para subir, é uma cruz para morrer."
A cruz era sinônimo de morte. Era a forma mais cruel de condenação pelo Império Romano.
Enquanto os doze estavam pensando no trono, quem iria se sentar ao lado de Cristo e etc., o Mestre estava oferecendo o madeiro.
Este é o Deus que destrói sonhos.
Muitos hoje em dia medem o Reino através do seu próprio umbigo. Em outras palavras: pelo sucesso ministerial.
Não visam o Calvário tal como Jesus indicou, mas sim os holofotes, o púlpito, a evidência, a liderança, gostam de aparecer, centralizar, se exibir.
Tal como os fariseus, amam os "primeiros lugares", porque amam serem vistos. Enquanto isso, Teresa de Lisieux dissera: "Ocupemos o último lugar. Ninguém brigará convosco por causa dele".
A disputa não é sobre quem mais nega a si mesmo (quem dera, hein?!), mas sim quem trabalha mais, quem publica mais, quem é mais ativo (isto é, quem não tem nenhuma "falta" na lista de chamada das atividades da igreja)...
É nesse sentido que Leonard Ravenhill ponderou: "O púlpito pode ser uma vitrine para mostrar os talentos de uma pessoa; já o quarto de oração não permite nenhum exibicionismo".
Obviamente não estou dizendo que é errado exercer o ministério (seria uma contradição com a minha própria história!), mas nosso coração não deve estar no "eu". Lembro-me de quando surgiu a oportunidade de eu servir mais na obra, mas minha primeira resposta foi: "Eu não estou à altura de realizar tudo isso". Eu tinha acabado de ler "O Evangelho Maltrapilho", de Brennan Manning, e entendi como nunca o que significava a graça divina. Estava satisfeito em simplesmente ser amigo de Jesus.
O líder não é aquele que busca ensandecidamente a liderança, que se acha superior ou merecedor, mas sim aquele que, na verdade, não quer estar lá.
"O Reino de Deus não é uma escada para subir, é uma cruz para morrer."
[Imagem: "Christ on the Cross" (1880), por Léon Bonnat]

Comentários
Postar um comentário